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0:06 tem uma pergunta assim bastante técnica 0:09 aqui eh que eu acho que é interessante 0:12 né porque o nosso site ele é muito 0:14 nichado ele é muito focado nessa área da 0:17 leg imunologia então eu vou responder eh 0:20 tem uma pergunta aqui de um de um 0:22 estudante de biologia Que pergunta como 0:23 os anticorpos monoclonais eles são 0:26 feitos né como é que e toda essa 0:29 biologia dos anticorpos monoclonais a 0:31 gente hoje a evolução dos anticorpos 0:33 monoclonais é algo Fantástico a gente 0:36 tem anticorpos para tratar a asma com 0:38 mooma lizumab né asma não exofítica 0:41 Optic Cária eh de difícil controle pode 0:45 ser tratada também pelo anticorpo 0:47 monoclonal ou mal zumab você tem os 0:50 anticorpos monoclonais que podem tratar 0:52 dermatite atópica Como dupilumab que é o 0:55 Anelina 413 você tem um anticorpo 0:58 monoclonal que pode tratar eh por assim 1:01 dizer a asma eosinofílica que é uma asma 1:04 mais grave Onde tem um componente com a 1:07 preponderância de uma célula chamado 1:09 eosinófilo quando a gente tem uma asma 1:11 que no nosso hemograma a gente tem 1:13 eosinófilo alto essa asma é mais grave 1:15 ela é mais complexa ela é mais de 1:17 difícil tratamento Então hoje você tem 1:19 os anticorpos monoclonais que bloqueiam 1:22 a ação do eosinófilo é H mepolizumab que 1:24 é um anti interleucina 5 e o 1:27 benralizumab que é um antirreceptor 1:29 de eosinófilo levando à morte do eh 1:32 eosinófilo a chamada apoptose do 1:35 eosinófilo Ou seja hoje você tem uma 1:37 evolução muito grande dos anticorpos 1:39 monoclonais e a gente tem vários vídeos 1:41 explicando sobre os anticorpos 1:43 monoclonais até para artrit reumatoide O 1:45 infix imab que é um antif fator de 1:47 necrose tumoral então Eh é muito 1:50 importante né Eh hoje essa evolução e 1:53 nós vamos Inclusive tem até uma pergunta 1:55 aqui bem interessante que é o terralis 1:58 umab que é o um anticorpo eh bem 2:01 interessante que depois a gente vai 2:03 discutir sobre ele que é o tpir né mas 2:08 vamos falar um pouquinho então de como 2:09 esse anticorpo a história do anticorpo 2:11 monoclonal o anticorpo monoclonal ele 2:12 bem da verdade ele começou na década de 2:15 80 ser desenvolvido aonde você tinha a 2:18 célula foi foi isolada a célula de um 2:21 câncer né que é comum e mamíferos e 2:25 seres vivos né E nesse caso é o mieloma 2:29 célula do oma mieloma é uma célula 2:31 neoplásica que a gente chama que é uma 2:33 célula de Nova formação neoplásica e 2:36 essa célula de mielona ela é imortal ela 2:38 não morre então 2:40 Eh foi feito uma hibridização foi feita 2:44 uma junção entre uma célula chamada 2:47 linfócito B do rato com a célula de miô 2:50 do rato e foi criada então uma célula 2:52 chamada hibridoma Então os primeiros 2:55 anticorpos monoclonais Eles foram 2:57 produzidos através dessa junção em entre 3:00 o linfócito b e a célula Moma do rato 3:02 então eles eram totalmente murinos ou 3:05 seja oriundos do rato e a partir dali 3:08 começou-se a desenvolver estratégias né 3:11 e produtos para o tratamento de doenças 3:13 Mas viu-se que havia uma rejeição muito 3:17 grande eh quando esses anticorpos eram 3:20 produzidos porque eles não eram humanos 3:21 eles não tinham a característica do 3:23 corpo humano então o sistema imunológico 3:26 acabava desenvolvendo anticorpo contra o 3:28 próprio anticorpo E aí Cácia dele era 3:30 diminuída e também acabava havendo um 3:33 comprometimento hepático comprometimento 3:35 renal e um comprometimento de vários 3:37 outros órgãos através da formação dos 3:38 chamados imunocomplexos então foi 3:41 retirado eh esse tipo de pesquisa do 3:44 mercado e começou-se a desenvolver 3:47 anticorpos que de certa forma eram mais 3:50 parecidos com o anticorpo humano tá 3:53 então a gente primeiro começou com 3:55 anticorpo quimérico O que que é uma 3:57 Quimera Quimera é uma junção e de duas 4:00 estruturas numa só então foi eh feito um 4:04 anticorpo onde você tinha 4:06 65% eh desse anticorpo constituído de 4:11 material humano e o restante os 35% 4:14 restante de material murino de material 4:17 do rato então principalmente aquela 4:19 porção do anticorpo chamado porção FAB 4:22 ela tinha esse constituente de 65% eh de 4:27 produto humano né de substrato humano 4:30 e depois houve uma evolução as coisas 4:33 foram evoluindo e de certa forma acabou 4:36 se encontrando e uma maneira um pouco 4:39 mais parecida com do ser humano né onde 4:41 você tinha o chamado anticorpo 4:43 humanizado onde praticamente 4:45 95% da porção do anticorpo era humano e 4:49 somente 5% tinha essa fração murina né 4:53 porque você acabava através das técnicas 4:55 de produção acabava que havia essa 4:58 necessidade de fazer a produção através 5:01 eh geneticamente modificado né do rato 5:04 através desse animal mas que 5:06 infelizmente ficava essa essa 5:08 porcentagem ainda eh dessa 5:11 característica do animal mas que através 5:13 da Engenharia Genética conseguiu então 5:16 produzir a maior parte dele eh por se 5:19 dizer murino então até hoje a gente usa 5:22 muito os chamados anticorpos humanizados 5:24 então o omalizumab eh que é o xolair que 5:28 é no anticorpo eh utilizado para o 5:31 tratamento de urticária de difícil 5:34 controle e asma não exol fílica grave 5:36 também de difícil controle então ele é 5:39 um anticorpo humanizado ele é um 5:40 anticorpo onde tem 95% da sua porção 5:43 humana e 5% então do rato até que chegou 5:47 mais ainda evolução que é o anticorpo 5:49 monoclonal humanizado onde 100% do 5:52 anticorpo ele tem uma característica 5:55 humana Então o dupilumab que é um 5:58 antelina 43 13 que é utilizado muito 6:01 para dermatite atópica grave de difícil 6:03 controle né junto com a o tratamento já 6:07 convencional ele de certa forma ele é 6:09 totalmente humanizado então o risco de 6:11 reação colateral o risco de produção de 6:13 Alto anticorpos quantra aquele próprio 6:15 anticorpo de anticorpos do próprio 6:17 organismo qura aquele anticorpo é muito 6:20 pequena é praticamente zero porque ele é 6:22 totalmente humanizado então acaba 6:23 havendo uma aceitabilidade menor e um 6:26 risco de reações familares também 6:28 menores tá bom oh


O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
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O atendimento especializado do Brasil Sem Alergia foca no diagnóstico preciso e no tratamento acessível de patologias como dermatite atópica, asma 🌬️, bronquite 🫁, rinite e prurigo estrófulo (alergia a picadas de insetos 🦟). Nossa nova unidade no Campo Limpo, em São Paulo, segue o padrão de excelência da rede, oferecendo testes para detectar alergias causadas por poeira, pelo de animais e alimentos. Como um projeto de inclusão social que complementa o
Proteja-se com Vacinas no Projeto Brasil Sem Alergia!As vacinas são uma forma segura e eficaz de prevenir doenças como gripe , febre amarela 🟡, meningite , pneumonia 🫁 e diversas alergias! O Projeto Brasil Sem Alergia oferece algumas vacinas e medicamentos gratuitos, em campanhas e com patrocínio, para ajudar você a ter mais saúde e qualidade de vida.Nossas UnidadesRio de Janeiro:
Para esta variação, o foco é a narrativa histórica e humanizada, detalhando a origem voluntária do projeto na Baixada Fluminense e sua evolução até a chegada à capital paulista. O texto está em formato corrido, otimizado para SEO e com a inclusão da unidade Campo Limpo e seus respectivos contatos.O Projeto Brasil Sem Alergia 🇧🇷❤️ é o resultado de uma trajetória de cuidado e inclusão iniciada em 2007, quando o Dr. Marcello Bossois, médico
O Projeto Brasil Sem Alergia consolida sua presença nacional e expande seu alcance com unidades fixas no
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