Tenho Bronquite e Asma e tomo vacina para gripe todo ano — Posso tomar a vacina contra o Covid-19?
Tenho Bronquite e Asma e tomo vacina para gripe todo ano — Posso tomar a vacina contra o Covid-19?
No universo das doenças alérgicas e imunomediadas, o tema Covid-19 ocupa posição de destaque pela frequência com que impacta o bem-estar diário de crianças, adultos e idosos. A presente publicação foi elaborada com o propósito de elucidar integralmente a questão "Tenho Bronquite e Asma e tomo vacina para gripe todo ano — Posso tomar a vacina contra o Covid-19?", oferecendo um panorama estruturado desde a fisiopatologia até a investigação diagnóstica e a prevenção segura de novas crises.
✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia
Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.
Análise Clínica e Orientação Médica sobre Covid-19
O evandrinho tudo bom evandrinho Eu tenho bronquite e asma e toma vacina da gripe todo ano eu posso tomar a vacina contra a correr 19 sou menor de 18 anos é evandrim eu não sei como é que tá essa questão considera-se clinicamente que a partir dos 16 anos, que a vacina da comida dela tá autorizar assim eu acredito que se você tiver dentro da faixa etária não há nenhum problema você deve tomar se você tem asma, se você tem uma asma moderada a grave uma arma realmente que te coloca TIM que te inclua que te encaixo no grupo de risco o especialista realmente tem que a entender que você faz parte do grupo de risco e vacinar você nem lembrando que existe uma polêmica em relação a asma multi pacientes dizem que ouviram estudos científicos publicados mostrando que um paciente com asma tem menos chance de pegar cover 19 é isso é uma verdade em parte, não são todos os pacientes com asma por exemplo se você pegar os e com as Você tem dois chips aqui para você aprender vale ao paciente com asma tem uma as mano alérgica e uma asma não alérgica desse grupo da asma alérgica o estudo mostrou que uma parte desse grupo que tem essa asma alérgica têm uma tendência maior menor de pegar o Covid-19 que ele têm menos receptores chamados receptores ECA2 o receptor da enzima conversora da angiotensina do tipo 2 tá é um receptor que modulam a resposta de pressão arterial nosso corpo tá, mas aí é um outro papo que nós logo procede-se a deixar esse vídeo muito bom então o que acontece parte desse grupo de paciente com asma alérgica têm menos receptor até dois, mas a outra parte tem uma quantidade maior Ou até igual de receptores a ser dois e ainda tem também a asma não alérgica que não tem nada a ver que com a mesma forma, ou seja, é uma roleta russa, o paciente simplesmente enviar eu tenho asma tem um estudo publicado que mostra que paciente com asma tem menos chance de desenvolver o Covid-19 então eu vou ficar tranquilo vou ficar de boa não vou usar máscara não vou fazer o distanciamento social não vou fazer denização das mãos não vou tomar aquele banho purificador quando eu chego dentro de casa não vou fazer absolutamente nada, porque a porta tava aquilo só tem uma doença e ganha de presente Essa não é bem assim, porque o especialista não vai saber primeiro se você faz parte do grupo que tem menos receptor a ser dois e segundo mesmo esse grupo com menos receptor aca2 pode pegar o clube 19 e a partir do momento que você vier a pegar o Covid-19 você vai ter um pulmão com uma obstrução em alguns casos nesse formar uma age mais evoluída com uma restrição, ou seja, um pulmão que é muito mais suscetível a complicação pelo correio dizer Oi bom dia de um não asmáticos é necessário colocar os pingos nos is aqui para que as pessoas entendam, Não façam confusão.
O que orienta a você evandrinho procurando os nossos médicos do Brasil sem alergia consulta gratuita por isso que eu falo, porque não tá tendo ganho econômico nenhum com isso pode procurar aquela telemedicina que é uma ação beneficente do da Associação Brasileira beneficente de apoio alérgico a uma associação que dá todo o suporte que o Brasil sem alergia para nós manter nossas atividades sociais e beneficente tão busca o nosso atendimento conversa com os nossos médicos e peço uma orientação mais específica e você para você, porque você falou sou menor de 18 anos é nós 18 anos pode ser criança de dez onze Eu tenho um filho de 11 anos que faz um monte de pergunta e na internet entendeu perguntas médicas inclusive depois me ver aqui com os resultados aqui ó tem um médico me respondesse aqui eu falei é tudo bem Fala com pai que o especialista filtro isso aí ó a mesma coisa Rodrigo você tem que saber realmente o que está acontecendo com você E qual seria a conduta a ser tomada.
Então, fale com seu responsável que é muito importante não faça nada sem o seu responsável saber ele precisa estar a par de tudo q acontece na sua vida e antes de você ligar para um dos nossos médicos peça para o seu responsável estar ciente dessa situação. Rodrigo um abraço Obrigado evandrinho fica com Deus obrigado o evandrinho tudo bom evandrinho Eu tenho bronquite e asma e toma vacina da gripe todo ano eu posso tomar a vacina contra a correr 19 sou menor de 18 anos é evandrim eu não sei como é que tá essa questão considera-se clinicamente que a partir dos 16 anos, que a vacina da comida dela tá autorizar assim eu acredito que se você tiver dentro da faixa etária não há nenhum problema você deve tomar se você tem asma, se você tem uma asma moderada a grave uma arma realmente que te coloca TIM que te inclua que te encaixo no grupo de risco o especialista realmente tem que a entender que você faz parte do grupo de risco e vacinar você nem lembrando que existe uma polêmica em relação a asma multi pacientes dizem que ouviram estudos científicos publicados mostrando que um paciente com asma tem menos chance de pegar cover 19 é isso é uma verdade em parte, não são todos os pacientes com asma por exemplo se você pegar os e com as Você tem dois chips aqui para você aprender vale ao paciente com asma tem uma as mano alérgica e uma asma não alérgica desse grupo da asma alérgica o estudo mostrou que uma parte desse grupo que tem essa asma alérgica têm uma tendência maior menor de pegar o Covid-19 que ele têm menos receptores chamados receptores ECA2 o receptor da enzima conversora da angiotensina do tipo 2 tá é um receptor que modulam a resposta de pressão arterial nosso corpo tá, mas aí é um outro papo que nós logo procede-se a deixar esse vídeo muito bom então o que acontece parte desse grupo de paciente com asma alérgica têm menos receptor até dois, mas a outra parte tem uma quantidade maior Ou até igual de receptores a ser dois e ainda tem também a asma não alérgica que não tem nada a ver que com a mesma forma, ou seja, é uma roleta russa, o paciente simplesmente enviar eu tenho asma tem um estudo publicado que mostra que paciente com asma tem menos chance de desenvolver o Covid-19 então eu vou ficar tranquilo vou ficar de boa não vou usar máscara não vou fazer o distanciamento social não vou fazer denização das mãos não vou tomar aquele banho purificador quando eu chego dentro de casa não vou fazer absolutamente nada, porque a porta tava aquilo só tem uma doença e ganha de presente Essa não é bem assim, porque o especialista não vai saber primeiro se você faz parte do grupo que tem menos receptor a ser dois e segundo mesmo esse grupo com menos receptor aca2 pode pegar o clube 19 e a partir do momento que você vier a pegar o Covid-19 você vai ter um pulmão com uma obstrução em alguns casos nesse formar uma age mais evoluída com uma restrição, ou seja, um pulmão que é muito mais suscetível a complicação pelo correio dizer Oi bom dia de um não asmáticos é necessário colocar os pingos nos is aqui para que as pessoas entendam, Não façam confusão.
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O que orienta a você evandrinho procurando os nossos médicos do Brasil sem alergia consulta gratuita por isso que eu falo, porque não tá tendo ganho econômico nenhum com isso pode procurar aquela telemedicina que é uma ação beneficente do da Associação Brasileira beneficente de apoio alérgico a uma associação que dá todo o suporte que o Brasil sem alergia para nós manter nossas atividades sociais e beneficente tão busca o nosso atendimento conversa com os nossos médicos e peço uma orientação mais específica e você para você, porque você falou sou menor de 18 anos é nós 18 anos pode ser criança de dez onze Eu tenho um filho de 11 anos que faz um monte de pergunta e na internet entendeu perguntas médicas inclusive depois me ver aqui com os resultados aqui ó tem um médico me respondesse aqui eu falei é tudo bem Fala com pai que o especialista filtro isso aí ó a mesma coisa Rodrigo você tem que saber realmente o que está acontecendo com você E qual seria a conduta a ser tomada.
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Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Controle da Inflamação Brônquica e Função Pulmonar (GINA)
De acordo com as diretrizes globais da Global Initiative for Asthma (GINA), a asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas caracterizada por hiper-reatividade brônquica e obstrução variável ao fluxo aéreo expiratório, objetivamente documentada pela espirometria (prova de função pulmonar com prova broncodilatadora). O pilar terapêutico fundamental consiste no controle contínuo da inflamação eosinofílica/Th2 da mucosa brônquica por meio de corticosteroides inalatórios (isolados ou associados a broncodilatadores beta-2 agonistas de longa duração — LABA, como formoterol ou salmeterol), utilizando técnica inalatória adequada ou espaçador valvulado. O uso isolado e repetitivo de broncodilatadores de curta duração (como salbutamol ou fenoterol) sem cobertura anti-inflamatória inalatória está associado a maior risco de exacerbações graves e remodelamento brônquico.
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Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento
Hiper-Reatividade das Vias Aéreas Inferiores e Papel da Terapia Inalatória
O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.
Técnica Inalatória, Controle Ambiental e Imunoterapia Respiratória
A integração entre controle ambiental da poeira doméstica, adesão ao plano preventivo prescrito e realização de teste de alergia permite personalizar o tratamento de bronquite. Na presença de sensibilização IgE comprovada, a vacina para asma atua na causa imunológica da hiper-reatividade respiratória, enquanto casos de asma grave refratária contam hoje com imunobiológicos de alta precisão.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Covid-19 interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Covid-19 podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica
Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.
Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.
Imunologia da Mucosa Digestiva: Eixo Intestino-Vias Aéreas e Diagnóstico Diferencial: O equilíbrio entre a microbiota comensal e a mucosa digestiva regula diretamente a tolerância imunológica sistêmica. Proteínas como a gliadina podem modular a liberação de zonulina em indivíduos geneticamente suscetíveis (portadores de alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 na doença celíaca), ampliando a permeabilidade intestinal e perpetuando cascatas inflamatórias locais e extraintestinais. A distinção criteriosa entre autoimunidade celíaca, alergia ao trigo IgE-mediada e fermentação de carboidratos Fodmaps evita condutas inadequadas.
Saúde da Barreira Cutânea, Inflamação Imunológica e Controle do Prurido: A pele atua como o primeiro órgão de defesa imunológica do organismo humano. Na dermatite atópica, alterações genéticas em proteínas estruturais do estrato córneo (como a filagrina) e na composição de ceramidas provocam perda transepidérmica de água, ressecamento acentuado e entrada facilitada de ácaros e aeroalérgenos. Esse microambiente ativa citocinas do perfil Th2 (especialmente IL-4, IL-13 e IL-31, diretamente ligada ao prurido intenso) e favorece a colonização pelo Staphylococcus aureus, cujos superantígenos perpetuam as crises eczematosas.
Imunologia das Doenças Autoimunes Cutâneas e Cuidado Integrado: Na interface entre a Imunologia Clínica, a Dermatologia e a Reumatologia, avaliar o paciente de forma sistêmica permite reconhecer precocemente comorbidades metabólicas, articulares e eventuais hipersensibilidades coexistentes. Exames como o Fator Antinuclear (FAN) e provas inflamatórias atuam como ferramentas de triagem que só adquirem significado diagnóstico real quando interpretados à luz do exame físico detalhado da pele, unhas, couro cabeludo e articulações.
Fisiopatologia das Urticárias e do Angioedema: Diagnóstico e Controle Seguro: As urticárias caracterizam-se pelo surgimento súbito de urticas (pápulas eritematosas e edematosas intensamente pruriginosas e fugazes, que desaparecem em menos de 24 horas no mesmo ponto sem deixar cicatriz), podendo acompanhar-se de angioedema nas camadas profundas da derme e submucosa. Nos quadros agudos (duração inferior a seis semanas), infecções virais, alimentos e medicamentos figuram entre os gatilhos clássicos; já na urticária crônica espontânea ou nas urticárias induzidas (dermográfica, colinérgica pelo suor/aquecimento, ao frio ou à pressão tardia), mecanismos autoimunes ou de hiper-reatividade mastocitária assumem papel central.
Via Aérea Unificada: Manejo da Rinite, Rinossinusite e Hipersensibilidade Nasal: O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.
Segurança Farmacológica, Reações Adversas a Medicamentos e Uso Racional de Corticoides: Outro ponto crítico de farmacovigilância diz respeito ao uso indiscriminado de corticoides sistêmicos orais ou injetáveis de depósito de longa ação (como associações de betametasona intramuscular). Embora promovam alívio rápido aparente, aplicações repetidas suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal, elevam a pressão arterial e a glicemia, desmineralizam a massa óssea, fragilizam a imunidade contra infecções e podem provocar dor neuropática local quando aplicadas inadequadamente na região glútea.
Imunização Segura, Resposta Imunológica e Proteção do Paciente Alérgico: A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Medicina de Precisão: Como Funcionam os Anticorpos Monoclonais e Imunobiológicos: A escolha do imunobiológico ideal exige fenotipagem e endotipagem rigorosas pelo médico especialista, avaliando biomarcadores sanguíneos (contagem de eosinófilos periféricos, níveis séricos de IgE total e fração exalada de óxido nítrico) e comorbidades coexistentes, como asma grave, polipose nasal, urticária crônica espontânea refratária e dermatite atópica moderada a grave. As aplicações subcutâneas seguem cronograma regular sob supervisão assistencial segura.
Plano Diamante: Tratamento Especializado em Alergia Onde Você Estiver
Sabemos que, para muitas famílias, o tratamento da alergia esbarra em dois obstáculos concretos: o alto custo das vacinas alérgicas e a distância até um centro especializado. O Plano Diamante nasceu exatamente para remover essas barreiras, unindo teleconsulta com especialista e acesso facilitado à imunoterapia em todo o território nacional. Asma bem controlada não deveria depender de idas frequentes ao pronto-socorro.
Por que pacientes de todo o Brasil escolhem o Plano Diamante
- Teleconsulta com especialista em Alergia e Imunologia, sem filas e sem deslocamentos longos — ideal para quem mora longe dos grandes centros.
- Acesso facilitado à imunoterapia (vacinas antialérgicas e imunoestimulantes inclusas) — indicadas para o tratamento de rinite alérgica, asma, bronquite, dermatite atópica, alergia a picada de insetos/mosquitos (prurigo estrófulo), candidíase de repetição e para o aumento da imunidade em pacientes selecionados —, capaz de modificar a evolução natural da doença alérgica sempre mediante consulta e prescrição individualizada.
- Um caminho mais acessível para quem enfrenta o alto custo das vacinas alérgicas, com planejamento que favorece a continuidade do tratamento.
- Acompanhamento contínuo da evolução clínica, com ajustes de conduta ao longo de todo o ciclo terapêutico.
- Abrangência nacional, com o respaldo de uma rede física consolidada e de um corpo clínico fundador com mais de três décadas de experiência.
Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia
Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.
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Ambiente oficial de telemedicina: brasilsemalergia.online
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Nossas unidades clínicas realizam consultas, testes alérgicos e acompanhamento de imunoterapia com médicos presenciais:
- Rio de Janeiro : Realengo (Zona Oeste), Zona Norte, Duque de Caxias, Xerém, Nova Iguaçu, Itaguaí, Niterói, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos).
- São Paulo: Campo Limpo (Zona Sul).
- Paraná: Curitiba.
Agende sua consulta presencial ou consulte a programação do ônibus itinerante pela central de atendimento no WhatsApp (21) 99954-5632.
A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Covid-19 apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico Alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de cuidado especializado em alergia e imunologia sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.
Referências científicas e fontes de autoridade
As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:


