PROJETO BRASIL SEM ALERGIA | 30 ANOS
O SEU
TRATAMENTO
DE ALERGIA
DEFINITIVO.

PLANO DIAMANTE

  • Vacina Exclusiva em Casa

    Vacinas antialérgicas e imunoestimulantes inclusas — indicadas para rinite alérgica, asma, bronquite, dermatite atópica, alergia a picada de insetos/mosquitos (prurigo estrófulo), candidíase de repetição e aumento da imunidade em pacientes selecionados.

  • Registro Rigoroso ANVISA
ASSINAR O PLANO DIAMANTE AGORA

Coronavírus — Tive sintomas do Covid-19 — Tomei Ivermectina e Azitromicina — Fiz o PCR e deu negativo

Enciclopédia Médica · Alergia e Imunologia Clínica

Coronavírus — Tive sintomas do Covid-19 — Tomei Ivermectina e Azitromicina — Fiz o PCR e deu negativo

Resumo Clínico e Visão Geral

As manifestações associadas a Covid-19 despertam importantes questionamentos clínicos e exigem orientação especializada para evitar os riscos da automedicação ou de restrições desnecessárias. Ao abordar o tema "Coronavírus — Tive sintomas do Covid-19 — Tomei Ivermectina e Azitromicina — Fiz o PCR e deu negativo", este guia educativo reúne o conhecimento prático da equipe médica do Projeto Brasil Sem Alergia com a finalidade de esclarecer os fatores desencadeantes, os exames diagnósticos mais precisos e as estratégias terapêuticas modernas disponíveis atualmente.

✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia

Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.

Coronavírus — Tive sintomas do Covid-19 — Tomei Ivermectina e Azitromicina — Fiz o PCR e deu negativo

Análise Clínica e Orientação Médica sobre Covid-19

O bruno me faz uma pergunta extensa bruna eu vou responder devagarzinho aqui tá doutor muito obrigado pelos seus vídeos eu gostaria de tirar uma dúvida em relação a cor 2019 no dia 24 de 6 cm um cansaço no dia 25 26 aula tá febre um desconforto a respirar fui ao pronto-socorro para avaliar os pulmões estavam bons neste mesmo dia por conta própria e ficou avermectina vitamina d e zinco que terminasse no dia 26 do seis fiz o exame sorológico e pcr no laboratório ceib já com mais febre o pesado se repetir de carga itália e certo no dia 27/12 seis sai o resultado da sorologia igg reagente gm d g não reagentes ah então deixa eu entender você começou então com os sintomas no dia 24 26 no dia 27/12 seis então você começa já tinha uma gema e o especialista e uma exigia não reagentes entrei por conta própria quase promicina 5 dias é o especialista não orienta ninguém tá conta própria tá bruno, porque você pode piorar mais emenda do que o soneto vai dar um tiro no pé tá então o especialista sempre orienta sempre indicação do médico mesmo essas medicações sendo medicações de uso off-label de uso não preconizado em Bula e também em protocolos, mas o médico ele tem essa liberdade que eu escrevo essas medicações e monitorar vai ser de perto, a partir do dia 28/8 acessível é dois meses após, o praticamente um pouquinho mais do que dois meses sente cansaço realizar as tarefas mais simples, mas não tinha mais febre eu pedi voltou quase não tive tosse nada de curioso é então o meu restante, mas você fez então o anticorpo três dias após parece não fez mais nada, depois disso a verdade é que você precisaria repetir esse laboratorial de anticorpos sabiam quais são os anticorpos agora circulante para ver se você conseguiu produzir uma anticorpos bloqueadores eu pôntico neutralizador da classe igg e também saber como é que tá especial que você não fala sobre pcr no momento, para ver se você ainda tem o vírus em atividade é um pouco difícil você tem um vírus atividade dois meses após, mas como um vírus novo como continua a atender, porque tá muito pequenininho a letra não tô conseguindo dentro como eu viro de novo como é um vírus realmente é que o especialista ainda não conhece exatamente o comportamento dele era importante você repetir o site copos em repetir o pcr para ver se você ainda tá positivo e avalia-se improvável o vírus ainda está ainda permanecer no seu organismo achei provar, mas é importante você repetir, porque é o excesso nesse caso não vai ser ruim vai ser bom tá em ver se você produziu se você ainda tem que você tenha anticorpos e g, porque às vezes você produzir gm, mas você não se foram converte para o gir em alguns casos, talvez pela quantidade de vírus circulante que não deu a chance de você soro converter pro gg também poder ir no deficiências primárias que muitas pessoas têm que fazem com que os linfócitos t não faz são a troca do exótico tá que existem e mundo deficiências primárias de linfócitos T CD4+ que faz com que o paciente não faça a troca do exótico não estimulando de fausto bem produzir o&g também, fiquem produzido em forte com ggn é justamente o linfócito b, mas para que o linfócito b também venha produzir gg precisa ter uma sinalização do linfócito tecido não é que eu não posso ter help e se fosse terminar o finalismo novamente por linfócito b para ele produzir gg e tem algumas situações como a própria carga virica que você entrou em contato e também a próprias condições clínicas de gases em um deficiências que fazem com que não haja essa troca de exótico de gm para gg tá então a minha orientação resumindo repetir sorologia e tentar fazer isso produzir o sangue não pelo teste rápido pela teste zinho de gota as aquela feita pela sua loja sanguínea e também fazer o exame de pcr novamente para ver se você ainda tem o vírus Covid-19 apesar repetindo novamente que eu achei improvável esse vídeo está presente, mas a partir do dia 2828 sentir cansar para realizar as tarefas mais simples, mas não tinha mais febre acredite voltou quase não tive tosse nada de coriza no dia 28/6 já praticamente sem sintomas algum laboratório entre em contato dizendo que vai ter que realizar novamente da série viu aquilo que ouviu falar faz se fizer novamente e hoje para minha surpresa o resultado foi negativo sim lógico, mas aí deixou entender você passou eu não sei se você errou e escrever 2828 a gosto considera-se clinicamente que você é ruim então agora que eu tô lendo aqui novamente você escreve amém 28/6 eu não entendo depois você tem que me auxiliar em relação a isso tá, porque se for realmente 28 de água não fez é que nós não chegamos a gosto eu tô eu tô me confundindo tô fora aqui eu que tô fora de e do contexto aqui, você realmente errou não é não é nós estamos em agosto nós estamos em julho ainda desculpe é então é 28/6 não é 28/8 tá então vamos voltar novamente a aquilo que eu tinha falado então você começou a 24 dos 26 26 a partir do dia 28/12 sente cansaço precisar tirar a parte mais simples, mas não tinha mais feio normal você tem o cansaço preocupado viral ele leva a se cansar tá e o apetite voltou quase não tive tosse nada de curioso no dia 28/6 já praticamente sem sintomas algum laboratório entre em contato dizendo que vai ter que realizar novamente pc faça exames novamente hoje para minha surpresa estado foi negativo isso pode acontecer tá então agora tendo novo acho assim meu tá, porque ele confundiu aquele 2828 também não me atende que nós estamos em julho ainda eu também errei aqui não me atentar que estamos em julho não estamos em rosto é ah tá isso pode acontecer tá você pode é ter resultados falso-negativos que o exame do pc isso se chama sensibilidade sempre do tcr ele tem uma média sensibilidade ele pode dar falso negativo para você ter certeza realmente eu tenho que repetir até três vezes o exame do pcr tá então esperar mais 7 dias repetir depois mais 7 dias repetir novamente tá na segunda vez der positivo o exame do pcr continuar lavínia tá muito pequena a deixa até o final só depois que eu ler tudo aí você passa para mim imagem então você precisa repetir novamente o exame do pcr tá e até 3 vezes e é fácil é novamente o peeta e eu tive apenas sintomas de leve seria possível organizar terminado voltado vírus muito obrigado é agora é só pode voltar hein e não é possível é possível que como nós falamos, abordagem do sistema imunitário em relação aos vírus ele começa em duas etapas ele começa na primeira etapa a chamada etapa da imunidade inata a imunidade inata que a imunidade é que nós nascemos com ela e quanto mais jovens nós formos maior a capacidade da imunidade inata imunidade que nasce conosco ela reagir ao vírus.

É o primeiro passo é o segundo passo é a questão de nós então evoluímos para imunidade adquirida se começou a ver a produção do anticorpo da classe gm é que você entrou numa fase zinho da imunidade adquirida hum vocês são reforços do belém do cito vírus assim gostosa do vírus fez com que houvesse justamente a produção é um estímulo, porém falso do teu negócio do tempo sua vez e decor e novamente une force to be a produção do anticorpo igg e me para combater então essa infecção tá então provavelmente você pegou com 2019 ou a sua imunidade inata ela foi muito boa em combater, mas ainda precisou ativar a imunidade de querida que te passei tipo resolve logo pelo menos o Covid-19 que eles estão comunidade de nada muito ativa a unidade onde você tem os macrófagos são células que fagocitam que engolem que digerem o vírus de gere os antígenos adequadamente e tem pessoas que nem precisam ativar a imunidade adquirida nem ativar linfócito b ou procede-se a muito pouco é, porque a própria idade data ela já consegue beber lá infecção, mas no seu caso como reprodução do engenho eu posso garantir para você que mudaram adquirida ativação de linfócito b foi feita o e ativação de linfócito b levou então a produção de anticorpos igg e me tá agora pode ser também que a quantidade de vírus foi pequena e como se foi imunidade inata também ela teve uma boa resposta não deu para produzir uma quantidade adequada do anticorpo igg g por isso que não três vacinas elas veem dentro da sua composição em mundo potencializadores, são substâncias que ajudam a resposta imune fazem com que a resposta imune ela consiga ter essa troca do exótico do anticorpo jennifer anticorpo IgG e consequentemente a produzir os anticorpos bloqueadores, mas é infecção não necessariamente eu te dá a certeza de que você vai ter uma unidade a longo prazo por isso que os pacientes eles conseguem inclusive somente tente copo e durante alguns meses somente anticorpos níveis de anticorpos até plástico para proteger o do correio 19 durante alguns meses, anticorpos da classe igg é eu a bruna é você repetir novamente esse exame do pcr é você justamente até três meses eu preconizado é você justamente repetir a sorologia e ver se tem o quantitativo de quadro de um pouco bloqueador classe IgG circulante para que você fique mais tranquilo e também veja se há o Covid-19 ele ainda está presente do seu dente agora em relação a você repetir os exame do pc e nós temos dois cenários ou realmente seu organismo já eliminou o vírus o completo ou você ainda tem ele em atividade, mas pode ser que você repetir o exame ou o vírus foi eliminado totalmente por completo do seu organismo e consequentemente não tem mais nada.

Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Reações de Hipersensibilidade a Medicamentos

Segundo os consensos internacionais de alergia a fármacos (EAACI/AAAAI/WAO), as reações de hipersensibilidade a medicamentos dividem-se em imediatas (ocorrendo geralmente na primeira hora até 6 horas após a exposição, mediadas por IgE específica ou por ativação direta de mastócitos/via da ciclo-oxigenase-1 nos anti-inflamatórios não esteroidais, manifestando-se por urticária, angioedema, broncoespasmo ou anafilaxia) e tardias (mediadas por linfócitos T específicos, abrangendo desde exantemas maculopapulares até farmacodermias graves SCARs, como a síndrome DRESS, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica). Na intolerância cruzada aos AINEs e na Doença Respiratória Exacerbada por Aspirina (DREA), a inibição da enzima COX-1 desvia o metabolismo do ácido araquidônico para a síntese excessiva de cisteinil-leucotrienos. A definição de medicamentos alternativos seguros e protocolos de provocação ou dessensibilização requerem avaliação presencial em serviço especializado de Alergia e Imunologia.

💎 Plano Diamante — Imunização segura, mesmo para quem tem histórico de alergias. Fale com um especialista em Alergia e Imunologia por teleconsulta, de qualquer cidade do Brasil. Agendar teleconsulta →

Segurança Farmacológica, Reações Adversas a Medicamentos e Uso Racional de Corticoides

Reações Imediatas, Farmacodermias Tardias e Riscos da Automedicação

Outro ponto crítico de farmacovigilância diz respeito ao uso indiscriminado de corticoides sistêmicos orais ou injetáveis de depósito de longa ação (como associações de betametasona intramuscular). Embora promovam alívio rápido aparente, aplicações repetidas suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal, elevam a pressão arterial e a glicemia, desmineralizam a massa óssea, fragilizam a imunidade contra infecções e podem provocar dor neuropática local quando aplicadas inadequadamente na região glútea.

Investigação Segura de Alternativas Terapêuticas e Prevenção

Todo paciente que apresenta reação suspeita após uso de medicação deve anotar o princípio ativo exato, o intervalo de tempo até os sintomas e jamais realizar reexposição domiciliar por conta própria. Em consulta especializada, a anamnese farmacológica detalhada, o teste de alergia (quando aplicável ao grupo químico) e os testes de provocação medicamentosa em ambiente controlado definem opções terapêuticas seguras, enquanto quadros alérgicos de base devem receber vacina para alergia etiológico poupador de corticoides.

Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária

A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.

Disfunção Epitelial, Microbioma da Pele e Sensibilização Tardia

Nas dermatites eczematosas e quadros de prurido crônico, diferenciar a atopia constitucional da dermatite alérgica de contato (uma reação de hipersensibilidade tardia do tipo IV mediada por linfócitos T sensibilizados a metais, conservantes cosméticos, fragrâncias, resinas ou borracha) é indispensável. A exposição repetida ao agente sensibilizante mantém a inflamação cutânea ativa mesmo sob uso de pomadas anti-inflamatórias, exigindo identificação exata do fator desencadeante.

Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais

O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.

Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo

O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.

Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia

Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.

Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico

Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Covid-19 interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.

Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada

Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Covid-19 podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.

Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica

Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.

Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.

Imunologia da Mucosa Digestiva: Eixo Intestino-Vias Aéreas e Diagnóstico Diferencial: O equilíbrio entre a microbiota comensal e a mucosa digestiva regula diretamente a tolerância imunológica sistêmica. Proteínas como a gliadina podem modular a liberação de zonulina em indivíduos geneticamente suscetíveis (portadores de alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 na doença celíaca), ampliando a permeabilidade intestinal e perpetuando cascatas inflamatórias locais e extraintestinais. A distinção criteriosa entre autoimunidade celíaca, alergia ao trigo IgE-mediada e fermentação de carboidratos Fodmaps evita condutas inadequadas.

Saúde da Barreira Cutânea, Inflamação Imunológica e Controle do Prurido: A pele atua como o primeiro órgão de defesa imunológica do organismo humano. Na dermatite atópica, alterações genéticas em proteínas estruturais do estrato córneo (como a filagrina) e na composição de ceramidas provocam perda transepidérmica de água, ressecamento acentuado e entrada facilitada de ácaros e aeroalérgenos. Esse microambiente ativa citocinas do perfil Th2 (especialmente IL-4, IL-13 e IL-31, diretamente ligada ao prurido intenso) e favorece a colonização pelo Staphylococcus aureus, cujos superantígenos perpetuam as crises eczematosas.

Imunologia das Doenças Autoimunes Cutâneas e Cuidado Integrado: Na interface entre a Imunologia Clínica, a Dermatologia e a Reumatologia, avaliar o paciente de forma sistêmica permite reconhecer precocemente comorbidades metabólicas, articulares e eventuais hipersensibilidades coexistentes. Exames como o Fator Antinuclear (FAN) e provas inflamatórias atuam como ferramentas de triagem que só adquirem significado diagnóstico real quando interpretados à luz do exame físico detalhado da pele, unhas, couro cabeludo e articulações.

Fisiopatologia das Urticárias e do Angioedema: Diagnóstico e Controle Seguro: As urticárias caracterizam-se pelo surgimento súbito de urticas (pápulas eritematosas e edematosas intensamente pruriginosas e fugazes, que desaparecem em menos de 24 horas no mesmo ponto sem deixar cicatriz), podendo acompanhar-se de angioedema nas camadas profundas da derme e submucosa. Nos quadros agudos (duração inferior a seis semanas), infecções virais, alimentos e medicamentos figuram entre os gatilhos clássicos; já na urticária crônica espontânea ou nas urticárias induzidas (dermográfica, colinérgica pelo suor/aquecimento, ao frio ou à pressão tardia), mecanismos autoimunes ou de hiper-reatividade mastocitária assumem papel central.

Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento: O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.

Via Aérea Unificada: Manejo da Rinite, Rinossinusite e Hipersensibilidade Nasal: O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.

Imunização Segura, Resposta Imunológica e Proteção do Paciente Alérgico: A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.

Medicina de Precisão: Como Funcionam os Anticorpos Monoclonais e Imunobiológicos: A escolha do imunobiológico ideal exige fenotipagem e endotipagem rigorosas pelo médico especialista, avaliando biomarcadores sanguíneos (contagem de eosinófilos periféricos, níveis séricos de IgE total e fração exalada de óxido nítrico) e comorbidades coexistentes, como asma grave, polipose nasal, urticária crônica espontânea refratária e dermatite atópica moderada a grave. As aplicações subcutâneas seguem cronograma regular sob supervisão assistencial segura.

Plano Diamante: Tratamento Especializado em Alergia Onde Você Estiver

ASSINATURA
DIAMANTE

BRASIL SEM ALERGIA

O FUTURO DO TRATAMENTO

💎

  • Vacinas antialérgicas e imunoestimulantes inclusas
  • Fácil acesso (mediante consulta)
  • Abrangência nacional — todo o Brasil

brasilsemalergia.online

Sabemos que, para muitas famílias, o tratamento da alergia esbarra em dois obstáculos concretos: o alto custo das vacinas alérgicas e a distância até um centro especializado. O Plano Diamante nasceu exatamente para remover essas barreiras, unindo teleconsulta com especialista e acesso facilitado à imunoterapia em todo o território nacional. Imunização segura, mesmo para quem tem histórico de alergias.

Por que pacientes de todo o Brasil escolhem o Plano Diamante

  • Teleconsulta com especialista em Alergia e Imunologia, sem filas e sem deslocamentos longos — ideal para quem mora longe dos grandes centros.
  • Acesso facilitado à imunoterapia (vacinas antialérgicas e imunoestimulantes inclusas) — indicadas para o tratamento de rinite alérgica, asma, bronquite, dermatite atópica, alergia a picada de insetos/mosquitos (prurigo estrófulo), candidíase de repetição e para o aumento da imunidade em pacientes selecionados —, capaz de modificar a evolução natural da doença alérgica sempre mediante consulta e prescrição individualizada.
  • Um caminho mais acessível para quem enfrenta o alto custo das vacinas alérgicas, com planejamento que favorece a continuidade do tratamento.
  • Acompanhamento contínuo da evolução clínica, com ajustes de conduta ao longo de todo o ciclo terapêutico.
  • Abrangência nacional, com o respaldo de uma rede física consolidada e de um corpo clínico fundador com mais de três décadas de experiência.

Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia

Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.

COMECE HOJE

Sua consulta especializada está a um clique de distância.

Quero aderir ao Plano DiamanteAgendar teleconsulta

Ambiente oficial de telemedicina: brasilsemalergia.online

Prefere ser atendido presencialmente?

Nossas unidades clínicas realizam consultas, testes alérgicos e acompanhamento de imunoterapia com médicos presenciais:

Agende sua consulta presencial ou consulte a programação do ônibus itinerante pela central de atendimento no WhatsApp (21) 99954-5632.

A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.

Conclusão e Síntese das Orientações

Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Covid-19 apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico Alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de tratamento de rinite sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.

Referências científicas e fontes de autoridade

As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:

Interessou? Siga-nos nas Redes Sociais

Deixe seu like, leia e compartilhe nossos artigos

 
Faça uma doação a ABBAA para que possamos manter nossas atividades de atendimento e tratamento a população carente 
 
pix ABBAA