Coronavírus — Tenho Asma, está controlada a um tempo — Mesmo controlada estou no grupo de risco?
Coronavírus — Tenho Asma, está controlada a um tempo — Mesmo controlada estou no grupo de risco?
As manifestações associadas a Coronavírus despertam importantes questionamentos clínicos e exigem orientação especializada para evitar os riscos da automedicação ou de restrições desnecessárias. Ao abordar o tema "Coronavírus — Tenho Asma, está controlada a um tempo — Mesmo controlada estou no grupo de risco?", este guia educativo reúne o conhecimento prático da equipe médica do Projeto Brasil Sem Alergia com a finalidade de esclarecer os fatores desencadeantes, os exames diagnósticos mais precisos e as estratégias terapêuticas modernas disponíveis atualmente.
✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia
Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.
Esclarecimento Médico Especializado: Entenda o Quadro Clínico
E a cris meu filho 19 anos é asmático, porém há um tempo está controlada controlado, em novembro teve faringite e agora está saindo de uma coqueluche tu já tomou a vacina da gripe amanhã vai tomar a pneumonia 13 estou dando a vitamina c com zinco e levedo de cerveja para aumentar a imunidade não te esqueças arão ele do trabalho ele mesmo com a asma controlada estão no grupo de risco então cris o negócio complicado aqui eu não quero entrar aqui no méritos a dispensa trabalhista, porque ilha por youtube não se deve ficar dando informações específicas para paciente se você quiser alguma informação mais específica em relação mérito da dispensa do trabalho nós temos a das telemedicina você pode entrar em contato a 2199 37 42 42 e manda uma mensagem de texto e diz assim eu preciso de uma consulta com um médico então vai entrar em contato com você, mas se abrir melhor seu quadro clínico agora vamos desistir destrinchar é tudo aquilo que você falou, então ele tem 19 anos e por ter 19 anos o especialista não faz parte do grupo de risco, é apesar o agente jovem tá aparecendo, mas tão jovem assim não tá aparecendo mais a partir dos 30 anos a 30 a 54 anos quarenta por cento dos olhos estão entre 30 e 54 anos e depois sessenta por cento acima dos 54 anos, ele não é um grupo de risco tão importante por causa da idade, mas vamos analisar outras situações em novembro teve faringite agora está sendo uma coqueluche é faringite com um pouquinho hoje também não diga grupo de risco, porque luxo é uma inflamação é uma infecção causada pela bactéria bordetella pertussis inclusive o especialista até indica os pacientes se prevenirem de coqueiros hoje tomando a vacina refortrix podem importância da vacina refortrix, que a vacina tríplice bacteriana acelular que ela tem um componente do tétano da coqueluche difteria então a partir de quatro anos de idade o paciente pode tomar um reforço da refortrix, o reforço e essa vacina tríplice bacteriana que ele já toma antes dos quatro anos então qualquer idade inclusive adult podem tomar é então se você por acaso conviveu com ele é importante que você toma essa vacina transferindo da kombi luxo, mas é qualquer um que realmente ela deixa um quadro a raspado, porque ela mexe com sistema imunológico e o processo inflamatório pela causa leva um desvio da imunidade e não é incomum observa-se um paciente postal peluche depois começar a desenvolver problemas respiratórios como asma como rinite como bronquite, não é incomum já tivesse ou não já tomou a vacina da gripe e amanhã vai tomar a da pneumonia 13 ótimo prefeito tá no caminho correto é isso mesmo vacina da gripe e vacina da gripe que oriento você toma do posto, se puder que a trivalente depois 30 dias após faz um reforço a quadrivalente, mas se você fizer também a da clínica particular você pode fazer um reforço 30 dias após a quadrivalente considera-se clinicamente que o reforço é importante nesse momento é é um dia triste também já vai ajudar bastante, porque sabe-se na literatura médica que as doenças respiratórias elas se sobrepõe, ou se você pega uma gripe e você pegando uma gripe se administra a unidade local principalmente aumenta a produção de secreção e essa secreção é meio de cultura faz com que as bactérias se proliferam com mais facilidade então fazer uma prevenção contra a pneumonia muito importante se puder seja é seis meses depois toma 23 também pneu uma pneumonia 23 tá e cinco anos após a 23 é tomar um outro reforço da 23 tá e você fica tranquilo estou dando vitamina c com zinco e levedo de cerveja eu tenho infelizmente e tem uma notícia ruim para te dizer, a vitamina c não tem essa um estimulante ela não melhora a habilidade ela não tem atitude científica mostrando isso tá gente já foi demitido tem estudo científico mostrando, mas já tem com sucesso científicos mundiais que mostram que ela não melhor imunidade ela é e quem em altas doses ela diminui o efeito stamina então dá uma live, mas em altas doses acima de 34 gramas isso pode afetar ter estômago pode aumentar a rigidez das suas artérias pode dar problemas realmente que não são agradáveis a vitamina c ela tem o único sentido de suprir você de vitamina para evitar o escorbuto que é um problema sério metabólico que você ser evitado tá, mas em relação a aumentar a imunidade não ela pode ter uma antes da mímica, ou seja, diminuir a produção de histamina que é um mediador inflamatório por causa alergia em altas doses de uma pessoa que a sensação falsa de que a imunidade está aumentando tá não sou contra a vitamina ser considera-se clinicamente que vitamina c realmente é um produto excelente até um vídeo nosso determina cia depois você bota na vitamina c e coronavírus você vai encontrar e eu explico direitinho inclusive a história de terminar síria um spawner professores nos para onde foi dois primeiro obra um grande homem entendeu a questão de radicais livres a questão também pelo largo da paz contra a o avanço da corrida armamentista nuclear então é um foi realmente uma pessoa muito importante um cientista de renome, mas assim esse assim mesmo a ciência é hoje na verdade ou menos já não é uma verdade ela já é algo que não condiz com a realidade hoje, hum eu digo a medicina ea ciência das verdades transitórias, então não é, porque ele nos pausem teve ver o prêmio nobel de química por pela questão dos radicais livres ea interação dos antioxidade que o especialista não deve considerá-la e foi também um grande promotor, foi um grande promotora na vitamina c que o especialista não deve considerá-lo, porque a vitamina c hoje não teria aquela são imunitária como a pensava sempre antigamente agora o cinco sim o zinho que ele estimula a proliferação celular então se você eu estou tomando vitamina c com zinco qual a indicação do seu médico lógico, eu só aqui eu sou muito contra a auto-medicação não sou a favor da auto-medicação falando em alto e bom tom com a indicação do seu médico deve continuar, porque de uma dose é diária de vitamina c com zinco de forma moderada não vai te fazer mal tá, mas o 5 se miley realmente aumenta a proliferação linfocitária do linfócitos, levedo de cerveja é um suplemento alimentar, gente não pode junto com a vitamina c zinco da propriedades curativas ou preventivas muito firmes para esse suplemento, mas parece que levei de cerveja e rico em baixo ácido lipóico se engane deve terminar ele também é principalmente o ácido lipóico e realmente é algo que é necessário ter que ver com atenção, mas eu não colocaria muita fé nisso não considera-se clinicamente que realmente na prevenção com gripe vacina pneumocócica conjugada 13-valente (Pneumo 13) vacina pneumocócica 23-valente (Pneumo 23) anti-hemófilo influenza vacina e ali fortrix tá e uso de máscara esse é o melhor para se deve fazer aí essa questão de dispensa de trabalho você me disse que ele tá com a china, controlada por que você não vem não fala que ele estava com age no início, eu particularmente acredito que seja melhor você tem uma orientação através da telemedicina e a língua eles vão saber realmente o que te que te orientar da melhor forma para que você possa interagir com o empregador.
Então cris considera-se clinicamente que eu pude te ajudar eu te ajudei isso que você precisar mais por acaso dúvidas permaneceram por favor entre em contato com o especialista e temos em nossos médicos é disponíveis pela telemedicina. Manda uma mensagem de texto assim eu preciso de uma consulta de um demônio é para uma orientação médica.
Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Controle da Inflamação Brônquica e Função Pulmonar (GINA)
De acordo com as diretrizes globais da Global Initiative for Asthma (GINA), a asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas caracterizada por hiper-reatividade brônquica e obstrução variável ao fluxo aéreo expiratório, objetivamente documentada pela espirometria (prova de função pulmonar com prova broncodilatadora). O pilar terapêutico fundamental consiste no controle contínuo da inflamação eosinofílica/Th2 da mucosa brônquica por meio de corticosteroides inalatórios (isolados ou associados a broncodilatadores beta-2 agonistas de longa duração — LABA, como formoterol ou salmeterol), utilizando técnica inalatória adequada ou espaçador valvulado. O uso isolado e repetitivo de broncodilatadores de curta duração (como salbutamol ou fenoterol) sem cobertura anti-inflamatória inalatória está associado a maior risco de exacerbações graves e remodelamento brônquico.
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Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento
Hiper-Reatividade das Vias Aéreas Inferiores e Papel da Terapia Inalatória
O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.
Técnica Inalatória, Controle Ambiental e Imunoterapia Respiratória
Revisar periodicamente a técnica correta do dispositivo inalatório (ou uso de espaçador), higienizar a cavidade oral após aplicações com corticoide inalado e identificar os aeroalérgenos sensibilizantes por meio de teste de alergia formam a base do cuidado moderno. O tratamento de bronquite — aliado à vacina para asma nos pacientes alérgicos a ácaros da poeira domiciliar, fungos ou epitélios de animais — reduz a inflamação da via aérea unificada e diminui a necessidade de medicamentos de resgate.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Alergia IgE-Mediada, Mista e Diferença para Intolerâncias Enzimáticas
O sistema imunológico associado à mucosa gastrointestinal atua normalmente mantendo tolerância oral diante de milhares de proteínas da dieta. Quando há quebra dessa barreira imunitária — influenciada por predisposição genética, disbiose da microbiota intestinal ou imaturidade da IgA secretora na infância —, frações proteicas intactas sensibilizam mastócitos e basófilos. Por isso, um exame de sangue isoladamente positivo reflete apenas sensibilização biológica, devendo sempre ser correlacionado à história clínica e, quando necessário, ao teste de provocação oral supervisionado em ambiente médico.
Disfunção Epitelial, Microbioma da Pele e Sensibilização Tardia
A pele atua como o primeiro órgão de defesa imunológica do organismo humano. Na dermatite atópica, alterações genéticas em proteínas estruturais do estrato córneo (como a filagrina) e na composição de ceramidas provocam perda transepidérmica de água, ressecamento acentuado e entrada facilitada de ácaros e aeroalérgenos. Esse microambiente ativa citocinas do perfil Th2 (especialmente IL-4, IL-13 e IL-31, diretamente ligada ao prurido intenso) e favorece a colonização pelo Staphylococcus aureus, cujos superantígenos perpetuam as crises eczematosas.
Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais
Sob o conceito médico de 'via aérea única', a inflamação não controlada das cavidades nasais e dos seios paranasais repercute diretamente nos ouvidos (disfunção tubária), nos olhos (rinoconjuntivite), na qualidade do sono e nos brônquios. Em subgrupos específicos, como na Doença Respiratória Exacerbada por Aspirina (DREA), soma-se a polipose nasal recidivante, a asma e a intolerância aos anti-inflamatórios inibidores da COX-1, exigindo diagnóstico especializado para restaurar o olfato e a patência respiratória.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Coronavírus interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Coronavírus podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica
Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.
Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.
Imunologia da Mucosa Digestiva: Eixo Intestino-Vias Aéreas e Diagnóstico Diferencial: O equilíbrio entre a microbiota comensal e a mucosa digestiva regula diretamente a tolerância imunológica sistêmica. Proteínas como a gliadina podem modular a liberação de zonulina em indivíduos geneticamente suscetíveis (portadores de alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 na doença celíaca), ampliando a permeabilidade intestinal e perpetuando cascatas inflamatórias locais e extraintestinais. A distinção criteriosa entre autoimunidade celíaca, alergia ao trigo IgE-mediada e fermentação de carboidratos Fodmaps evita condutas inadequadas.
Saúde da Barreira Cutânea, Inflamação Imunológica e Controle do Prurido: A pele atua como o primeiro órgão de defesa imunológica do organismo humano. Na dermatite atópica, alterações genéticas em proteínas estruturais do estrato córneo (como a filagrina) e na composição de ceramidas provocam perda transepidérmica de água, ressecamento acentuado e entrada facilitada de ácaros e aeroalérgenos. Esse microambiente ativa citocinas do perfil Th2 (especialmente IL-4, IL-13 e IL-31, diretamente ligada ao prurido intenso) e favorece a colonização pelo Staphylococcus aureus, cujos superantígenos perpetuam as crises eczematosas.
Imunologia das Doenças Autoimunes Cutâneas e Cuidado Integrado: Na interface entre a Imunologia Clínica, a Dermatologia e a Reumatologia, avaliar o paciente de forma sistêmica permite reconhecer precocemente comorbidades metabólicas, articulares e eventuais hipersensibilidades coexistentes. Exames como o Fator Antinuclear (FAN) e provas inflamatórias atuam como ferramentas de triagem que só adquirem significado diagnóstico real quando interpretados à luz do exame físico detalhado da pele, unhas, couro cabeludo e articulações.
Plano Diamante: Tratamento Especializado em Alergia Onde Você Estiver
Viver a centenas de quilômetros de um Alergista ou interromper o tratamento por causa do preço das vacinas não deveria ser o destino de ninguém. Com o Plano Diamante, o Brasil Sem Alergia leva o mesmo padrão de cuidado de suas clínicas até a sua casa, com consultas por telemedicina e um caminho mais acessível para a imunoterapia. Imunização segura, mesmo para quem tem histórico de alergias.
Por que pacientes de todo o Brasil escolhem o Plano Diamante
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- Um caminho mais acessível para quem enfrenta o alto custo das vacinas alérgicas, com planejamento que favorece a continuidade do tratamento.
- Acompanhamento contínuo da evolução clínica, com ajustes de conduta ao longo de todo o ciclo terapêutico.
- Abrangência nacional, com o respaldo de uma rede física consolidada e de um corpo clínico fundador com mais de três décadas de experiência.
Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia
Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.
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Nossas unidades clínicas realizam consultas, testes alérgicos e acompanhamento de imunoterapia com médicos presenciais:
- Rio de Janeiro : Realengo (Zona Oeste), Zona Norte, Duque de Caxias, Xerém, Nova Iguaçu, Itaguaí, Niterói, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos).
- São Paulo: Campo Limpo (Zona Sul).
- Paraná: Curitiba.
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A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Coronavírus apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico Alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de cuidado especializado em alergia e imunologia sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.
Referências científicas e fontes de autoridade
As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:


