Coronavírus — Faço uso de Seretide e Aerolin tem 4 anos — Continuo?
Coronavírus — Faço uso de Seretide e Aerolin tem 4 anos — Continuo?
As manifestações associadas a Coronavírus despertam importantes questionamentos clínicos e exigem orientação especializada para evitar os riscos da automedicação ou de restrições desnecessárias. Ao abordar o tema "Coronavírus — Faço uso de Seretide e Aerolin tem 4 anos — Continuo?", este guia educativo reúne o conhecimento prático da equipe médica do Projeto Brasil Sem Alergia com a finalidade de esclarecer os fatores desencadeantes, os exames diagnósticos mais precisos e as estratégias terapêuticas modernas disponíveis atualmente.
Esclarecimento Médico Especializado: Entenda o Quadro Clínico
Oi adriana meu filho faz outro seretide aerolin tem 4 anos nesse período sempre complicado e a tosse sem presente continuo oi adriana continua olhando para te fazer o uso do remédio não se o médico prescreveu faz, porque é pior uma criança um processo inflamatório numa pandemia dessa você imagina seu filho desconpensada asma seu filho descompensada rinite ele vai pegar facilmente isso você pode ser devastador na filha na vida do seu filho então esse tipo de medicamento já está mais do que provado não faz mal à sociedade é internacional de energia já se pronunciou em relação a isso a sociedade brasileira de alergia também já se pronunciou em relação a isso você deve continuar esse tratamento tá não pare não é um momento que você parar medicação não faça isso oi gente novamente, porque esse vídeo vai ser cortado, a gente segmento aí você às vezes a pessoa que vai ouvir isso não consegue ouvir o que eu falei durante a transmissão ao vivo essa questão do corticoide que têm nessa medicação não vai influenciar na piora do quadro clínico do coronavírus não vai influenciar eu te dei o que influencia é aquele corticoide oral e o corticoide injetável que supostamente tem alguns gelado ninguém sabe muito bem que diz que realmente o paciente receber o corticoide injetável durante o procedimento lá na china eles pioraram no quadro clínico e também não desenvolveram anticorpos isso é suposição não existe um consenso internacional dizendo aí as pessoas ai meu deus do céu médico doido me passou a seretide que tem corticoide aí fica aquela loucura, aquela histeria coletiva, você e saiu todo dia toda hora todo mundo tá preocupado e vocês não tem obrigação de saber se aí no são da área médica a única coisa que eu peço para você o seguinte não me transmitam áudio de médicos por que vocês não tem que ser alimento de entender realmente se aquele áudio é de entender o que o médico é dizendo então vocês ouvir uma palavra of outro e monta uma história na cabeça de vocês e divulgo aquela história como uma realidade não ouça áudio de médico e não re transmita áudio de médico infelizmente é o presente eu tenho que mandar áudio para os dois funcionários, porque como é que eu vou falar com toda equipe do brasil sem alergia que é um montão de gente fala ao mesmo tempo que dá orientações, mas eu já começo já o áudio falando não me transmitam para ninguém fora da equipe e já termino o áudio também falando não repreende vitor por ninguém fora daqui, porque se eles retransmitir a gente partes podem sofrer penalidades criminais é, porque as informações que a gente fala sua informações técnicas o linguajar com vocabulário técnico médico e paciente que não fez medicina ou não fez nada ligar da área de saúde não vai entender e traga essa desgraça do particular de todo mundo parando de usar medicação inalatória pela plasma uma loucura gente vai aumentar o número de pessoas mortas as pessoas vão morrer por causa disso e a medicação inalatória para asma medicação para limite ela é micrograma é pouquíssimo, mas nada é só para funcionando pulmão além disso ela é muito limpo fica que significa isso ela se adere a de gorduras ela não se mistura com a água do sangue ela não circula pelo sangue quando circula uma quantidade mínima que não tem importância nenhuma então não vai fazer mal e vai fazer mal sim se você ia tirar em micrograma é a fração do me lembrando quando a gente faz uso de medicamento oral a gente faz 10 20 30 40 e 50 mg de setembro em alguns casos quando a gente faz o de medicação venosa é 100 200 300 400 500 até 1.000 miligramas quando você faz a medicação inalatória você pega um mg1 você parte esse miligrama em vários pedacinhos e você dá o paciente isso vai fazer mal não está bom então fique tranquila fique tranquilo continuar tratamento e o que precisar da gente estamos à disposição através da telemedicina de forma excepcional seguindo as orientações do conselho federal de medicina está bom.
Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento
Hiper-Reatividade das Vias Aéreas Inferiores e Papel da Terapia Inalatória
O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.
Técnica Inalatória, Controle Ambiental e Imunoterapia Respiratória
Revisar periodicamente a técnica correta do dispositivo inalatório (ou uso de espaçador), higienizar a cavidade oral após aplicações com corticoide inalado e identificar os aeroalérgenos sensibilizantes por meio de teste de alergia formam a base do cuidado moderno. O tratamento de bronquite — aliado à vacina para asma nos pacientes alérgicos a ácaros da poeira domiciliar, fungos ou epitélios de animais — reduz a inflamação da via aérea unificada e diminui a necessidade de medicamentos de resgate.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Alergia IgE-Mediada, Mista e Diferença para Intolerâncias Enzimáticas
O sistema imunológico associado à mucosa gastrointestinal atua normalmente mantendo tolerância oral diante de milhares de proteínas da dieta. Quando há quebra dessa barreira imunitária — influenciada por predisposição genética, disbiose da microbiota intestinal ou imaturidade da IgA secretora na infância —, frações proteicas intactas sensibilizam mastócitos e basófilos. Por isso, um exame de sangue isoladamente positivo reflete apenas sensibilização biológica, devendo sempre ser correlacionado à história clínica e, quando necessário, ao teste de provocação oral supervisionado em ambiente médico.
Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais
O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.
Reações Imediatas, Farmacodermias Tardias e Riscos da Automedicação
Outro ponto crítico de farmacovigilância diz respeito ao uso indiscriminado de corticoides sistêmicos orais ou injetáveis de depósito de longa ação (como associações de betametasona intramuscular). Embora promovam alívio rápido aparente, aplicações repetidas suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal, elevam a pressão arterial e a glicemia, desmineralizam a massa óssea, fragilizam a imunidade contra infecções e podem provocar dor neuropática local quando aplicadas inadequadamente na região glútea.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Coronavírus apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico Alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de cuidado especializado em alergia e imunologia sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.


