Aula — Urticária e Angioedema — Diagnóstico e Tratamento
Compreender com clareza os aspectos clínicos envolvidos em Urticária é um passo essencial para quem busca segurança diagnóstica, alívio duradouro dos sintomas e prevenção de complicações. No cotidiano da Alergologia e Imunologia Clínica, dúvidas relacionadas a "Aula — Urticária e Angioedema — Diagnóstico e Tratamento" são frequentes entre pacientes e familiares. O objetivo desta página da Enciclopédia Brasil Sem Alergia é apresentar uma análise médica completa, acessível e fundamentada em evidências científicas, detalhando causas, mecanismos imunológicos e condutas seguras.
Análise Clínica e Orientação Médica sobre Urticária
Olá tudo bom então estamos inaugurando uma nova fase que é justamente a criação de conteúdos aula nós vamos começar com o primeiro assunto que é um assunto muito discutido muito difícil também de ser tratado de ser manejado de ser abordado que é justamente a questão da urticária e do angelema urticária angelena são questões na área da alergia imunologia que de certa forma confundem muito a cabeça dos profissionais médicos e também dos pacientes quantas vezes nós Recebemos um paciente do nosso consultório que identifica as reações urticariformes aquelas placas avermelhadas em alto relevo pelo corpo como reações estritamente alérgicas e incluindo reações alimentares acho que foi algum alimento que causou essa situação nele e nós sabemos que existe uma variedade muito grande de causas de etiologias ligadas ao aparecimento desse sinal que é urticária e do inchaço das nossas mucosas que é um Angelina.
Então, nós vamos tentar de alguma maneira fazer uma síntese e tornar esse conteúdo mais fácil para que você possa por assim dizer melhor entender essa situações não só você profissional de saúde, mas você também que é paciente é muitas vezes eu vou precisar utilizar termos mais técnicos, porque muitos profissionais de saúde assistindo esse vídeo, mas certamente no final do vídeo nos comentários você pode colocar sua dúvida e a gente vai ter o imenso prazer de responder esses comentários está bom então vamos para o primeiro slide e vamos tentar definir melhor o que seria uma urticária.
Então, nós vamos começar com esse slide tentando definir quais são as reações de hipersensibilidade gel e cumbes dois pesquisadores eles conseguiram padronizar as reações imunológicas que de certa forma causam no nosso corpo processo alérgico Lógico que a alergia não está somente Envolvida com essas reações imunológicas, mas Isso facilita um pouco justamente para que nós possamos fazer um certo tipo de investigação e de certa forma chegar a uma etiologia tanto para auditária há outros tipos de reações biológicas envolvidas e não imunológicas, mas nós vamos falar um pouquinho sobre a reação do tipo 1 2 3 e 4 reação do tipo 1 ela é uma reação mediada pelo anticorpos já é o anticorpos já é ele pode estar envolvido na chamadas reações imediatas e fazem Justamente a chamada ativação mastocitária uma das causas da ativação maciotária é justamente a interação desse anticorpos receptores de altafinidade da membrana dos mastócitos e essa interação desse anticorpo faz com que haja justamente o extravasamento de estamina e consequentemente a lesões por assim dizer que podem levar ao urticária não só urticária, mas como asma brônquica rinite e outros tipos de manifestações, mas nesse caso nós estamos falando em específico do processo de urticária e de angedema também a reação do tipo 2 também pode levar por assim dizer a reação reações horticariformes hoje nós sabemos que os anticorpos da classe IgG aí tipo um ege e é tipo dois e GG esses anticorpos eles agem nos receptores de altafinidades em alguns casos e pode também haver o rompimento direto desse, mas tosse com a liberação de estamina e vasodilatação levando para assim dizer a urticária e angelena a reação do tipo 3 ela é dividida em três subtítulos é tipo 3B e tipo Crescer, porque se de corpo ele pode ter várias funções ele pode ter várias ações ele pode ter vários comportamentos dentro do nosso corpo então por exemplo Dando um exemplo da tireoide que também pode estar envolvida a tira de Hashimoto que é a produção de auto de Corpos contra tireoide pode também levar o urticária então só para exemplificar essa situação o anticorpo da classe GG, tireoide ele pode tanto bloquear a produção do hormônio tireoidiano ele pode de certa forma estimular a produção do hormônio tireoidiano ele pode destruir por assim dizer o parênquima da tireoide, o conteúdo da tireoide levando então a destruição completa da tireoide então aí que nós classificamos a reação do tipo A é tipo 2 A B e C de acordo com ação que esse anticor vai fazer se ela bloqueia na estimulação ou por assim dizer na destruição isso pode também nós podemos fazer uma analogia com outros tipos de doenças como a síndrome de guillain-barré sabemos que a síndrome de guillain-barré também pode ter essa ação tanto lá de E C do anticorpo IgG da reação do tipo 2 a reação do tipo 3 é já é a reação que envolve monocomplexo, então reações de mundo complexos é quando você tem anticorpos e antígenas e esses anticorpos e antígenas eles podem também agir de forma deletéria sistêmicamente ou localmente então você pode ter a chamada reação de Atos o pessoal fala muito artigo que parece que esse nome tem uma etimologia francofônica, mas a portuguesa anda a reação de artes que logo após a aplicação de alguma vacina que a mais comum assim dizer é a pneumo 13 aplicando a pneumo 13 ou outros tipos de vacina Você pode ter então a formação de um imuno complexo ali na aplicação da lesão E essa esse mundo complexo ele bem da verdade ele acaba tendo um processo inflamatório crônico tá E muitas vezes é Tratado de forma errada, porque o paciente é o médico acha que aquilo ali é um processo infeccioso, mas não é um processo inflamatório por ativação do imuno complexo que vai resolver ali Lógico se não tiver complicado numa primeira vista o que iria resolver com bastante eficaz é justamente a utilização de corticosteroides tópicos para que haja uma dissolução desse imuno complexo É lógico que se houver uma complicação por assim dizer a reação local tipo 3 a ela precisa ser tratada também com antibióticos, porque pode haver uma complicação em cima dessa reação inflamatória do mundo Complexo da mesma forma nós temos a reação mais sistêmica que é tipo 3D aonde o imunocomplexo ele acaba agindo de forma generalizada no seu corpo, atingindo várias estruturas e um dos exemplos mais clássicos é a reação do soro, após aplicação de alguns tipos de imunoterápicos e vacinas imunizantes nós temos a reação do tipo 4 que é justamente mediada por células é uma reação que não está envolvida no aparecimento urticário, mas eu vou falar rapidamente sobre ela, porque tem algumas coisas interessantes a nos comentarmos e que pode ser muitas vezes é o único oportunidade que o colega médico vai poder receber identificar determinados fatos clínicos que chega no seu consultório então por exemplo a reação tipo 4 ela se passa 48 72 horas após até 96 horas após a exposição ao medicamento ou a substância química então nós temos a subclassificação tipo 4a aonde há o envolvimento das células chamadas esses mon que causa uma reação inflamatória local e que podem causar tanto focalmente Aonde a exposição daquele alérgico daquela substância química no local causando um eczema de contato como também sistêmicamente então por exemplo que é um exemplo muito interessante e que os médicos precisam ficar atentos muitos pacientes hoje estão envelhecendo o Brasil está se tornando um país de idosos e cada dia que passa a necessidade de se colocar marca Passos em paciente cardiológico ou marca-passo ele em boa parte das vezes ele leva por assim dizer é sulfato de Nick na sua composição e esse sulfato de líquido assim como a bijuteria que a moça coloca no pescoço causa aquela reação inflamatória por causa da bijuteria isso sulfato de vida também entra na corrente sanguínea e pode levar por assim dizer uma reação de eczema de contato sistêmico várias reações e equizematosas espalhadas pelo corpo que se semelham bastante a um eczema de contato sistêmico e que de certa forma precisam ser tratados precisam ser identificados e precisam ser de sensibilizados Caso haja a possibilidade de fazê-lo, A tipo 4 b é uma reação que envolve os resultados então é determinados medicamentos como acaba mais empina é medicamentos neurolépticos e tudo mais eles podem ativar e os nódulos e causado doença chamada dress a dresse é uma doença que inglês significa, ou seja, sintomas sistêmicos que causa esquizofrenia erracho cutâneo pelo corpo inteiro tá que é causada pelos Norte nós temos a reação do tipo 4c que é causada por linfócitos adequado e cd8 e o exemplos bastante contundentes e importantes é a justificação duas doenças a necroides epidêmica tóxicas Steven Johnson, mas sabemos que essas duas patologias são extremamente graves estiverem Johnson e necrose epidérmica tóxica podem matar se o paciente não for internado numa unidade fechada e temos a tipo 4D que é justamente apostilose eles não temática granulomatosa aguda que é o envolvimento celulares então tipo 4a monócitos tipo 4 b29 tipo 4 C linfócito cd8 E tipo 4D justamente neutrófilos então a definição para urticária é o seguinte são lesões eritematosas avermelhadas em alto relevo como urticas ou placas tá pode vir com o prurido ou ardência.
Então, vai ser muito importante das identificarmos aquela urticária Ela coça ou arde ela pode vir acompanhada de inchaço chamado engedema ela está relacionada a um grupo enorme de doenças, ou seja, a gente para realmente fazer a investigação de urticária a gente precisa bem classificado a primeira e urticária aguda ou de cara crônico ou de carne aguda nós sabemos que é até seis semanas e eu de cara crônica após seis semanas e a partir dali a gente vai então classificar ela da melhor forma, porque existem determinadas doenças que estão mais relacionados e outras doenças que estão mais relacionados e posteriormente nós vamos falar um pouquinho sobre isso apresenta um tamanho em forma variáveis e a regressão por assim dizer da urticária aguda, ela se dá é em menos de 24 horas tá, mas é lógico que há determinadas vasculites se assemelha bastante urticária a urticas e outros tipos de manifestações que duram mais de 24 horas e Ficam mais fixas no local não deixam lesão residual caso as lesões não seja exposta ao sol, vocês for morticária Pure simples e não um envolvimento mais complexo por assim dizer é uma urticária aguda ela não deixa lesão residual Mas se for exposta ao sol pode haver uma pigmentação por melanina aí está bom vamos para o próximo slide.
Então, vamos conversar um pouquinho sobre a classificação da urticária aguda, que é o de cara que ela acontece até seis semanas de evolução os cara crônica pode ser semanas até seis semanas isso é muito importante que vocês entendam Porque a partir dali que a gente vai conseguir traçar uma estratégia de investigação diagnóstica e fazer com que nós encontramos por causa da urticária aguda, então os cara aguda ela tem sempre menos seis semanas de evolução a essa manifestação ela é muito comum que pode acometer por assim dizer até 20% da população mundial, ou seja, se você porventura apresentar um quadro de carga não fique preocupado não fique ansioso, porque até 20% da população mundial apresenta o apresentará apresentou apresentam apresentará algum quadro de urticária tá então sinceramente algo mais grave às vezes é um processo para assim dizer infeccioso, muito comum com infecções virais basicamente a maioria das urticárias agudas estão relacionadas a processos infecciosos e virais Tá, mas pode estar relacionado a infecção medicamento alimento e também insetos.
Lembrando que os minopteros que significa inócitos são os insetos que ferrou abelha vez para Formiga vespa ou marimbondo que é um sinônimo para vejo elas podem picar o paciente e podem levar então o aparecimento de monte de cara aguda infecções são associadas a mais de 80% dos casos de urticária aguda na Pediatria Ou seja quando pegar uma criança com urticária vai pensar infecção primeiro antes de pensar em qualquer outra coisa está bom então a gente precisa sempre lembrar que a criança é um é um ser que necessita de uma avaliação especial principalmente na questão das questões de energia e precisa investigar vários sistemas da criança.
Lembrando que infecção urinária é muito comum em criança e infecções virais também são muito comuns tá aonde podem levar um quadro Vamos para o próximo por favor vamos falar um pouquinho sobre a síndrome de ativação mastocitária a síndrome de ativação ela é dividida em três tipos aí idiopática onde nós não temos uma causa definida a primária aonde você tem uma produção anormal pela medula óssea de mastócitos e nesse mastócito você acaba tendo uma preponderância grande de um receptor chamado receptor kit esse receptor kit Ele ativa ou mastócito e faz degranulação de mastose com liberação por assim dizer imediatores vasoativos então quando o paciente tem uma síndrome de ativação mastocitária por uma produção anormal de Clones com mastócitos que tem receptor kit a gente pode caracterizar esse paciente com uma doença de medula óssea chamada mastrocitose é mastocitose bem na verdade é um trabalho que é feito entre Alergista e o hematologista e a gente tem também a síndrome de ativação maciotária secundária que essa que é mais envolvida aqui na nossa situação, Ou seja a ativação dos mastócitos através de anticorpos GG através para assim dizer de ação direta de alguns químicos e também tem determinados químicos medicamentos que agem diretamente na membrana do mastócito com rompimento da membrana do mastose e também alguma situações como utilização de contrastes iodados esses contrastes iodados eles aumentam a concentração com a do osmótica do sangue e fazem com que haja então uma um rompimento desses mastócitos com a liberação de estamina fora outras situações como a questão do receptor pic é um receptor de certa forma tá ligado a determinados hipersensibilidades medicamentos com liberação de estamina tudo mastose Existem algumas situações que depois nós podemos falar um pouco mais sobre isso.
Lembrando que a ativação mais sustentária, ela pode ocorrer após a exposição do mastócito Perdão após a exposição do alérgico podem correr em minutos e até duas horas, porém menos frequentes a reações e já é mediadas tardias é importante que vocês entendam que apesar das reações anafiláticas anaflactoides e tudo mais elas acontecerem até duas horas após a exposição do alérgica pode haver também a reação tardia que ela se passa 6 horas após ou até 48 horas após principalmente na reação bifásica por exemplo se o paciente já desenvolveu uma manufaxia aquele paciente importante isso experiência Clínica aquele paciente precisa ficar em observação ao menos 48 horas no Hospital , porque pode haver uma reação bifásico, ou seja, desenvolver novamente uma rea elástico então por exemplo se você pegar um paciente num pronto-socorro e liberado em menos de 48 horas é um risco grande que ele tem de desenvolver uma reação anafilática após a primeira até 48 horas a exposição do Alerta então aquele paciente para segurança de ele precisa ficar pelo menos de 48 horas de observação está bom e pode ser provocado justamente por medicamentos alimentos látex lá tem que ser uma coisa que pode dar uma reação tanto tardia como imediata reação imediata por lá o látex leva na dislexia Como pode também levar e quinzena de contato em alguns pacientes aí ferroada de inseto como nós devemos falar a questão dos minotauros a questão dos insetos como abelhas Vespas marimbondos ele também formigas.
Lembrando que as reações anafiláticas provocadas por inseto são extremamente grave boa parte delas leva a morte do paciente seu paciente não cortar um alto diretor de adrenalina junto com ele se o paciente tem histórico de reação da silática inseto já passou mal uma vez a geração anafiláticas Elas costumam piorar a cada vez que o paciente oposto alheio, ou seja, ele pode ter tido uma reação menos grave e as posições sucessivas posteriores podem levar então a reações mais graves então Obrigatoriamente aquele paciente precisa portar o alto injetor de adrenalina e o nome comercial mais comum conhecido no mundo inteiro é o eppen que infelizmente no Brasil não é disponível nas farmácias, mas enquanto ele não faz a deficiência civilização com hemoterapia com as vacinas ele precisa comprar esse PPM ele precisa comprar esse auto injetor de adrenalina por alguma Importadora ou certa forma pedindo auxílio ao Sistema Único de Saúde Vamos para o próximo por favor a classificação do urticária ativação mastocitária Como eu havia falado, Aí já é mediada vamos falar da engenhariada como isso funciona só ação de dois anticorpos da classe ge que faz uma ponte das porções FB os anticorpos vocês têm duas porções aquela mais fininha que é a FC e f AB é aquele chifrezinho do anticorpo, então a justamente uma ligação da Porção FB ao antígeno e a FC liga então nos receptores de altafinidade dos mastócitos a venda então o rompimento desse mastócito extravasamento da estamina pode haver também a ação direta de medicamentos Como eu havia falado até proteases de alérgicas, Por exemplo hoje a gente sabe muitas vezes a gente pega um paciente que tem todo o sintoma de alergia ele tem rinite chamar rinite produtivo causa coriza é muitas vezes é uma que também desenvolve na asma a bronca e tudo mais tem todos os sintomas clássicos de alergia já é mediado você vai medir age utilizando vários métodos incluindo o método imunocar que é o método bastante de fidedigno e você não encontra nada e como é que você vai explicar essa situação, porque hoje sabe-se que proteases de alertas podem também fazer ativação de mastócitose tá, ou seja, não há necessidade por assim dizer do antígeno e santismo formal a ponte com os anticorpos e consequentemente levar ao rompimento do mastócito protease de alelos pode por assim dizer fazer uma ação direta no receptor de altafinidade do mastócitose e a ver por assim dizer a liberação da estamina está bom é importante para sabermos disso que mais então é como eu havia falado protease químicos nos receptores de mastócitos sem necessidade de participação do anticorpos já é muito comum nós temos ação de químicos de medicamentos diretamente na membrana havendo de granulação da membrana do mastose existe hoje o chamado conceito do receptor p.i que existe receptores e mais quantidade e menos quantidade em determinados pacientes e esse receptor p.i ele é mais sensível determinado medicamentos então a paciente que de certa forma tem uma tendência maior tem uma predisposição maior dele desenvolver reações alérgicas ao consumo determinados medicamentos está bom E como eu havia falado anteriormente também ação na concentração colônias morte pelo sangue corrompimento das membranas mastocitárias então a utilização de um contraste pode pela passagem no contraste andar pode haver então aumenta a concentração com rompimento desses consequentemente a liberação de substâncias vasoativas tá E é uma dúvida muito comum é o seguinte ative Alergia ou contraste dado.
Então, essa energia por assim dizer vai me impedir de fazer consumo de qualquer alimento que tem em outro, incluindo peixes. Então, existe essa confusão muito grande em relação ao consumo de produtos que tem iodo isso não tem absolutamente nada a ver tá, porque se fosse assim todo mundo estaria desenvolvendo é anafilaxias urticárias com gedema com reação anafilática, todo dia nosso sal tem outro então vai tudo muito da concentração a concentração do contraste ele tem uma ação realmente como contraste que é para que ele possa exercer a sua atividade sim ele precisa ter uma concentração muito alta então nessa concentração é que faz com que haja rompimento da membrana do mastócito e não há contra indicação por assim dizer nenhuma do PA ele é suspendeu o consumo de alimentos que contém o outro vamos para o próximo slide.
Então, vamos falar um pouquinho aqui sobre ativação masturitária, E falar de alguma forma sobre a questão dos medicamentos então assim qualquer medicamento pode induzir a reação de Califórnia aguda por ativação mastocitária apesar de boa parte dos fárma que seria pequenos havia falado para vocês o medicamento ele não necessariamente ele precisa induzir o anticorpo da classe já é para que haja aquela formação das pontes de dois anticorpos DG é com ativação dos mastócitos através da ligação do receptor de altafinidade dos mastros Não há necessidade de isso acontecer isso pode acontecer pode existem alguns genéticos como as célulaspolinas que podem através da sua cadeia lateral induzir uma reação alérgica que seja mediada projeto sim as próprias penicilinas também é princesa É verdade ela pode ela pode induzir vários tipos de reações de persensibilidade medicamentos é de várias formas, mediadas através da imunidade celular através da ação direta do remédio na membrana do mastose então como eu havia falado os antibióticos exemplos betalactantes as penicilinas os anti-inflamatórios no exterioridades e opióticos e os contrastes radiológicos, E lembrando que o próprio ateno ele é uma molécula ele não é uma proteína ele é uma molécula é bem de um peso molecular baixíssimo, então Tecnicamente ele é incapaz de induzir uma reação alérgica, se você for pensar em termos de ativação de mastócitos mediadas pelos corpos ele é capaz não de induzir uma reação alética eu me enganei aqui, mas ele é incapaz de induzir uma reação alérgica mediada pelos corpo já, mas ele através da ligação com proteínas plasmáticas do corpo que nós temos alumínio e tudo mais ele pode fazer um complexo e e esse complexo imune.
Então, pode também induzir a produção dege eu quando me formei isso era meio que ficção científica era quase que charlatanismo falar sobre essa situação e ouvir aprender isso justamente com alguns médicos na Universidade do Texas e que de certa forma era muito criticados por falar a questão da dos hormônios induzindo reação alérgica mediada por ige como é que é um hormônio que é uma pequena ele pode de certa forma induzia o linfócito b produzir onde corpo gera impossível, mas hoje a gente sabe que isso é possível sim que a ligação desse epideno com o complexo imune, a ligação desse pequeno palco pequena do corpo proteína carreador uma bobina e essa esse complexo imune pode então induzir um monte de corpo a esse complexo Simone fazer então paciente desenvolver reações alérgicas mediadas.
Então, os medicamentos tanto já é não e já é eles podem então induzir uma reação alérgica Vamos para o próximo por favor vamos destacar aqui dois medicamentos que de certa forma estaria envolvidos em dois pontos importantes de reações de hipersensibilidade que são os opioides e também os inibidores os anti-inflamatórios no exterioridade entre os inibidores da cóccix 1 então o pior de ele coça naturalmente ele coça não necessariamente o paciente precisa estar sensibilizado previamente um antibiótico para ele coçar, porque o pior de nós sabemos, que Ele ativa diretamente a membrana do mais tosse com degranulação da membrana do mastócito é uma coisa natural que já acontece de forma natural com opioide no caso dos anti-inflamatórios não extremidade inibidores da cóccix 1, mas sabemos que os inibidores da Fox 1 eles aumentam dois tipos de substâncias para inflamatórias através da ativação do ciclo do ácido araquidônico que é justamente as prostaglandinas D2 e Leo cotrienos tá, ou seja, eles aumentam o prosta grande na vendedores da Ultra hinos e diminui as prostaglandinas que tem ação anti-inflamatória prostaglandinas é dois então você utilizar um inibidor da Ciclo oxigenase 2 vai fazer com que não haja ativação das crostas grandes D2 e Leo proteínas que tem ação para inflamatória e consequentemente vai fazer também com que você tenha uma produção aumentada 10 próxima Anvisa antes inflamatórios por assim dizer que são as partes gravidez é dois então algo também que existe uma dúvida, qual o tipo de alergia ao látex o paciente tem é uma reação mediada por gea devo pedir geolates não devo pedir gel lá tem que ser algo importante a nós falarmos então por exemplo o paciente pode ter realmente um urticária pode ter uma angelena pode ter uma reação bastante importante em relação ao látex que é mediada pelo anticorpo e gemas o paciente só tem alergia de contato lá tem que ser os constituinte que estão dentro do látex, ou dos produtos que são feitos com látex e essa reação do tipo 4 você não adianta você pedir exames de sangue anticorpos e gesto específico por lá se ela vai vir negativo a necessidade justamente fazer um teste de contato e esse teste de contato é feita através da luva de látex a gente pode utilizar tanto para a reação de hipertensidade do tipo 1 que é reação imediato como para a reação tardia e percentualidade tipo 4 Onde você coloca uma luva de látex um dedo de luva de látex no paciente e ali faz então as leituras precisam ser feitas, leituras 48 horas após 72 horas após 96 horas após então a exposição a urticária ela é causada por reação do tipo 1, ou seja, mediana de corpo e ge a estudos que direcionam possibilidade de ação de proteases como nós devemos falar a proteases que pode ativar diretamente mais tosse sem a necessidade de ativar linfócito B na produção do anticorpos GR e produtos à base látex derivados e alimentos que contém o componentes h evb de 1 a 15 podem ativar mais tosse através da ige.
Então, por assim dizer é importante nós sempre falarmos da chamada de reações cruzadas a reação cruzada é algo que é de conhecimento da comunidade científica dos médicos e que precisa ser bastante abordado então por exemplo você pode ter uma reação cruzada a lápis e é frutas ao kiwi a banana que existem componentes hr-v que são semelhantes tanto no látex quanto kiwi banana jaca mandioca são frutas e legumes que esse componente e às vezes você sensibiliza previamente ao lado e nessa sensibilização prévia ao lado tem que estar ao consumo desses elementos pode desenvolver um quadro de urticário angedema e até reação nafilática nasfilaxia com até morte em alguns casos então precisa realmente ficar atento a essa situação jaca também tá então kiwi banana já mandioca são alimentos que podem ter essa substância na sua composição vamos para a próxima slide então como eu havia falado alguns exemplos importantes a reação alérgica anafilática Às vezes o paciente sensibiliza previamente não o látex somente Mas a fruta é um paciente que sensibilizou comendo uma jaca sensibilizou comendo uma mandioca sem esses documentos uma banana, e fazendo o uso daqueles alimentos existe uma produção de L tá sensibilizada é aquela sensibilização pode ver pode surgir pode como uma reação de hipersensibilidade é então às vezes vai utilizar um preservativo nunca utilizou tem não tem um hábito de utilizar, mas já está sensibilizado previamente aquilo e aquilo ali certa forma da reação colateral e faz com que o paciente tem uma reação de ficar em gedema, Então uso de elementos recreativos e preservativos, recreativos para a prática sexual e preservativos que também são feitos com lápis reação alérgica lá fruta Como eu havia falado você pode ter uma reação cruzada entre mandioca entre kiwi banana e jaca, que tem esses componentes hrvb uma outra coisa muito importante também uso de cama Naves medicinal e recreativo é algo que eu tinha esquecido de falar anteriormente o cannabis tem também componentes hrvb que podem sensibilizar o paciente previamente e ele pode desenvolver uma reação alérgica ao contato com lá tem que ser com outros elementos que tem o mesmo componente Satanás e material médico hospitalaram os casos mais comum é justamente a questão da espinha bíblica é um paciente que nasce com espia bíblica por ser submetido há tantos tratamentos tantos procedimentos cirúrgicos ele acaba sensibilizando ao lado e pode então desenvolver uma reação anafilática com o passar do tempo só o contato do lápis ou seus componentes quais são os alimentos que mais causam ativação mastocitária que causa urticária nos pacientes crianças é o leite Cacau trigo ovo e Soja eles são responsáveis quase 90% ou mais de 90% das reações alérgicas anafiláticas que leva urticária e também ageno e adultos os Nantes, amendoim castanha do Pará castanha de caju macadâmia e frutos do mar está bom Essas são os alimentos que mais causam por se dizer reações anafilático.
Lembrando que nós temos determinados frutos do mar que causam mais do que outros, então os crustáceos dentre eles o camarão ele pode causar uma reação anafilática extremamente grave e o camarão em específico Às vezes a pessoa é sensibilizada previamente pelo ácaro Porque existe a tropomesina que é um componente comum tanto no Camarão quanto no Acre que pode sensibilizar o paciente enquanto ele é exposto a poeira a um ambiente de certa forma que tenha uma certa uma certa quantidade grande alertas ambientais e Sales ambientais ricos em ácaro sensibilizam aquele paciente a tropa homeozinho e antropomiosina por assim dizer faz com que o paciente então desenvolva uma reação alérgica ao camarão sem muitas vezes nunca ter comido camarão isso é comum em determinados grupos populacionais como judeus Ultra ortodoxos e muitas das vezes nunca comeram camarão Mas só às vezes entrarem em contato não o contato da ingestão do alimento, mas um contato de respirar as proteínas voláteis de um camarão sendo Frito numa praia por exemplo há casos há relatos de pacientes sensibilizados previamente a esse componente do acro chamado troco homeosina e que de certa forma desenvolve reação na filática camarão somente de cheirar por assim dizer aquele as proteínas voláteis que são submetidas a fritura num ambiente de restaurante ou de quiosque o resto é familiar vamos lá para o próximo alguns achados que eu gostaria de conversar com vocês que a gente vê na nossa prática Clínica diária é justamente a sensibilização prévia um componente do trigo por exemplo existe o chamado Ômega 5 Gina ômegadina é um componente que está muito relacionado a urticária induzida pelo exercício, ou seja, paciente no repouso no desenvolvimento faz o consumo do trigo no pão, que é muito comum no Brasil todos nós à vontade bolo e tudo mais biscoito e essa sensibilização da mega se engoliadina faz com que na atividade física o paciente desenvolve de carne agora é lógico que não necessariamente está exclusivamente envolvido com a sensibilização prévia da Ômega 5 diagina pode ser somente multiplicar induzida simples e puramente sempre como acontece ou de carne induzido ao frio a pressão água com a gente e tudo mais, mas nesse caso é sempre importante o colega médico investigar se existir nenhuma socialização prévia Dino e se na suspensão de alimentos a base de trigo é se o paciente vai melhorar do quadro de urticária após a atividade física é importante nós vemos isso e sensibilização prévia também o componente alfagal do carrapato muito importante paciente que de certa forma tem alergia a carne de boi então a carne do boi ela pode causar a uma alergia grave a chamada reação anafilática quando o paciente entra em contato previamente um carrapato isso carrapato tem esse componente chamado alfagal e essa vogal induz uma reação alérgica de reação cruzada carne do boi tá então se porventura vocês pegarem algum paciente no consultório que começaram a comer carne vermelha de boi começar a desenvolver reação grave anafilático urticária angelena queda da pressão arterial Almeida frequência cardíaca náusea vômitos diarreia, porque nós sabemos que a reação anafilática envolve dois ou mais sistemas.
Então, quando você tem um sistema único exclusivamente não é reação anafilática, mas quando você tem dois ou mais sistema você sistema cutâneo o sistema cardiovascular aumenta a sequência cardíaca é baixa da pressão arterial sistema gastrointestinal com diarreia náuseas e vômitos sistema respiratório com broncoespagem e tudo mais aí você vai pensar no urticária se porventura você pega um paciente com esse histórico que de repente começou a desenvolver alergia a carne de boi não sai, porque a gente precisa pensar na sensibilização prévia ao fragal do carrapato e vamos lá vamos falar um pouquinho sobre oticara aguda insetos, Principalmente os módulos vespa dele formiga vespa e marimbondo são sinônimos tá a abelha e formiga insetos que ferrou e que causa sensibilização prévia o termo ermócrito significa isso insetos que ferrou tá lembrando que todo paciente que tem a suspeito de uma reação anafilática principalmente há insetos esse paciente Obrigatoriamente tem que cortar o alto injetor de adrenalina que é o epitem da adrenalina do paciente pericial capilar é muito perigoso pode levar o paciente a uma descompensação cardiovascular importantíssimo e a morte então o que nós orientamos é o alto injetor de adrenalina infelizmente ele não foi autorizado ainda pela visão sanitário da décadas pedindo autorização praticamente quase todos os países do mundo autorizam a utilização do epitem para a utilização caso o paciente seja ferroado e desenvolvimento, mas o que salva vida justamente é o eppen até o paciente poder fazer a deficiência civilização por minox é uma descentralização toda especial não adianta pedir somente o corpo da classe gera identificar que o paciente qualitativamente ele tem a hipersensibilidade a menor, mas é importante justamente fazer tudo aquele procedimento dos Testes alérgicos fazer o teste de fazer o teste em caderno e a partir dali você Identificar qual seria a concentração melhor para que o paciente ao imunoterapia de acordo com os resultados tanto do teste de tontura o pricteste quanto o teste intradérmico para aquela substância para aquele Alerta vamos lá o próximo vamos falar um pouquinho sobre urticária crônica o cara crônica é aquela que acontece em mais seis semanas urticária acuda em menos seis semanas falando sobre várias aspectos da urticária aguda e agora a gente vai falar sobre o cara crônica vamos lá vamos tirar a crônica ela é dividida em três tipos tá idiopática sem causa definida a induzida Ou seja quando o paciente tem uma quantidade grande de mastócitos e alma predisposição de um rompimento dessa membrana dos mastócitos pelo corpo.
Então, ela pode ser justamente um contato físico como vibração pressão Tato frio calor, são situações que leva água também, a própria água conta da água pode levar então mais próximo, porque a água causagénica que é uma é uma curiosidade muito grande as pessoas duvidam, que paciente tem alergia a água não é alergia a água é, porque o contato da água faz com que haja no ressecamento dela na saída dela primeiro que é a pressão, que um chuveiro para assim dizer pode submete o corpo de um paciente então quando você tem uma pressão no corpo do paciente você acaba então havendo uma degradulação dos mastócitos e a liberação de substâncias vaso ativas com o aparecimento dessas reações ou de Califórnia dessas urticas, a própria pressão da água e segundo que na própria evaporação da água há uma transferência de calor de calor do corpo para o meio externo e essa transferência de calor também mexe por assim dizer com a membrana celular da do mastócito, então por isso que a gente quando é submetido a um vento a gente se sentir um pouquinho mais de frio, porque o vento passa pelo nosso corpo faz com que ele está como lá no nosso corpo ele recebe e nesse ressecamento nesse processo de evaporação A então uma transferência de calor e essa transferência de calor que leva então ao rompimento da membrana do mais tosse e espontânea, e espontânea ela é dividida em mais três subtítulos sobre tipo alérgica alto alérgica e autoimune alérgica é quando tem realmente o envolvimento de processo alérgico sejam diretos ou indiretos é mediados pelo anticorpos pode acontecer, mas o mais comum é mediado também de corpo G alto alérgica quando você produz Auto anticorpos da classe gel contra você mesmo você tem alergia você mesmo tá E auto-imune é quando você produz alto anticorpos da classe GG contra você mesmo então vamos fazer um diagnóstico diferenciais aqui das vasculites, então, mas na verdade daquela classificação que nós falamos um dos diagnóstico diferenciais para urticária seria vasculites ou de Califórnia você precisa ser identificado com bastante afim com a necessidade de pedir as provas de função reumática como cianca Bianca o faturante nuclear fator reumatoide todos aqueles anticorpos envolvidos em doenças geométicas, Mas pode ser que não esteja também associada a uma doença reumática, mas seja morticária vasculite causado por algum processo infeccioso que está induzindo então uma inflamação dos vasos com o próprio Covid-19 a gente tem por assim dizer encontrado algumas evidências que a infecção pelo site Cohab 2 pode levar então o paciente a desenvolver em alguns casos políticos por causa da produção exacerbada de mediadores inflamatórios que leva a inflamação dos vasos, a mastocitose cutâneo popular é uma outra possibilidade de Diagnóstico diferencial e é simples Auto inflamatórias como símbolos periódicas associadas as crioupirina e a síndrome de.
Lembrando que a síndrome alta inflamatória ela é mais comum em criança e a síndrome auto imune é mais comunhão adultos, porque a alta inflamatória ela envolve o sistema monetarinado aqueles comunitário que a gente nasce com ele como a criança não tem o sistema imunitário adaptativo e desenvolvido a chance que a criança tem desenvolver alguma doença de ejaculação do sistema imunológico é justamente através das sílabas Auto inflamatórias com envolvimento sistema monetário inato com sistema a profagocítico e tudo mais e nesse caso Acho que mais associadas a lesões que se assemelham de carne é justamente as síndromes periódicas associadas à cleupirina e a síndrome de xícara vamos lá para o próximo e os anos de complementares aurticárias agudas e crônicas, como é que a gente vai fazer uma identificação adequada de um urticária aguda são exames direcionados a história clínica para infecções adversas medicamentos e percetibilidade aminoácidos e alimentos como deveria falado para vocês, então lembrando que em crianças 80% das urticárias aguda estão relacionadas a infecções não estão relacionados a energia alimentar não está relacionado a mais nada a não ser infecções a primeira hipótese diagnóstica recebendo uma criança na clínica é pensar em processo infeccioso viral e bacteriana.
Então, tem que investigar isso bem está bom as reações adversas e medicamentos, mas outras coisas E aí persensibilidade a insetos que ferrou chamados minotas e também alguns alimentos podem levar ao Boticário está bom outro cara crônica exame direcionados para os tipos de subtipos de urticária então por exemplo Como eu havia falado os cara crônica dividida em idiopática Sem Causa definida crônica espontânea idiopática induzida nós sabemos, aquela é uma tendência que o paciente tem de ter uma quantidade aumentada e uma membrana celular do mastócito mais frágil então na indução física nós já sabemos que porventura é o paciente pode estar desenvolvendo uma morte cara induzida e a crônica espontânea é daqueles mais três subs tipos, crônicos espontânea alérgica alto alérgica ela tem muito alérgica investigar já específica provocação para teste provocação é muito importante, o padrão ouro por assim dizer para quem não sabe o exame padrão ouro para diagnóstico de alergias não é já específica não é prick test não é testepultura é justamente o teste de provocação só que o teste provocação aquele onde você provoca o alimento Ele só pode ser feito em unidade de alta complexidade precisa ser um Hospital ou uma clínica que tem um aparato adequado para retirar aquele paciente da crise clínicas de baixa complexidade como é grande maioria das clínicas no Brasil não devem fazer o teste de provocação somente Clínica j complexidade e hospitais tá Que mais que eu tava falando então é a questão da gemediada dos alimentos a alto alérgica alto alérgica é difícil nós fazemos diagnóstico ela vai mais por exclusão.
Então, por assim dizer se a gente investiga tudo a gente faz a investigação do terceiro tipo que é os cara crônica espontaneal tem muito você tenta investigar se o paciente tem anticorpos contra tireóides e paciente tem doenças sistêmicas autoimunes como sendo de jovem ou outro tipo de síndromes auto-imune investigou tudo não encontra aí realmente a gente pode pensar na possibilidade de ser uma alta alérgica. Lembrando que para o diagnóstico de urticária crônica auto-imune existe um teste muito bom simples resolução fácil de fazer que é justamente o teste do soro autólogo aonde a gente se centrifuga o sangue do paciente pega o soro sobre nada antes do paciente faz a injeção intradérmica no paciente espera a ver uma reação Se houver uma reação é quase que certeza que aquele paciente está desenvolvendo uma urticária crônica espontânea autoimune.
Então, vamos lá então como ele é falado, teste do sorotólogo como destaque função tirei Diana anti TPA já é considerada inclusive um Alto Alegre biópsia de pele suspeita de cara é vasculite OK na dúvida então o tratamento da urticária só para que vocês entendam, dois textos das urticárias agudas elas possuem resolução espontâneas Depois de alguns dias vai sumir sem a necessidade de utilizar a utilização do antitanico, mas o paciente acaba a venda nesse estado da utilização do agitamento até, porque isso dá um conforto psicológico para o paciente, E a gente não vai saber se aquela urticária vai sumir ou não então a gente acaba utilizando é importante o antes também que de segunda geração ele pode ser aumentado em até quatro vezes a dose do Farma a protocolos que aumentam progressivamente até alcançar a dose básica máxima E hoje começa com a superior com regressão progressiva Ou seja eu prefiro a primeira opção que é justamente aumentando progressivamente acompanhando a evolução Clínica do paciente Já tem alguns colegas que não já fazem a dose máxima vão retirando aos poucos eu prefiro pela hipótese menos agressiva menos invasiva tá é o nosso protocolo é o protocolo que nós utilizamos no Brasil sem energia e aumentando progressivamente a dose do anti-histamínico e o protocolo antigo ele fazia Associação de fármacos então por exemplo assim dizer você fazer uma associação de um antistamínico H1 contestado K2, ou seja, muito comum paciente chegava com urticária você não aumentava até quatro vezes a dose do anti também com H2 seletivo, de segunda geração que é o mais utilizado Hoje em dia a gente tenta evitar o de primeira geração que lhe dá alguns efeitos colaterais mais importante para se dizer só criando uma adendo aqui, é o site também não são totalmente isento de efeitos colaterais, dependendo Justamente que você utilizar você se você tiver uma tendência crise de combustíveis epilépticas, o paciente pode desenvolver uma crise epilética devido à utilização do antistamínico e a mesma coisa em arritmias cardíacas então mesmo antes também que não tenha o psedrina que não tem um componente simpático e médico mesmo aquele antigamente que não tem esse componente há relatos de paciente que podem desenvolver quase epiléticos podem induzir a crise histórica colônicas ou epiléticas de uma forma geral e também a arritmias cardíacas tá então é importante a gente sempre fazer a medicação com bastante precaução e isso acaba acontecendo mais quando é um antitetônico de primeira geração o de segunda geração ele acaba sendo mais seguro em relação a esses efeitos colaterais, mas mesmo assim por excesso de zelo e aqui no Brasil se alergia a gente adotar algumas técnicas de redundância a gente prefere redundância na segurança, a gente você prefere aumentando progressivamente acompanhando o paciente da melhoras não melhorar muita coisa Nando a dose do medicamento paciente volta o nosso consultório a gente triplica a dose faz mais sete dias e depois ele volta novamente se não melhorar a gente faz então podem aplicar dose do antitamínico, o protocolo antigo ele fazia Associação de fármacos Ou seja eu quando aprendi a tratar o urticária eu fazia Associação de falas eu pegava uma distante H2 de segunda geração ou até de primeira e usava uma dinâmica H1 por exemplo aparentedina simetidina, que de certa forma ajuda e acaba nossa acabamos tendo um certo uma certa eficácia, em alguns casos a gente até associava o antidepressivotrixíquico a doxicilina então fazia uma associação de três fármacos H2 o H1 e adoxicilina que tem uma ação contra a urticária apesar de ser um antidepressivo a gente sabe como é feito colateral ela acaba controlando urticária ainda não é bem entendido mecanização, mas na prática diária a gente vê que funcionava E até associar o montelocast sódio uma produção de Leopoldinense da produção do cotrianos que é um anti Leão então fazer a associação de quatro formas, mas isso acabou caindo de Jesus, porque pode farmacia é seja a utilização de vários remédios ao mesmo tempo e é mais os remédios que o paciente porventura poderia estar utilizando para pressão arterial para controle de colesterol e controle glicêmico e tudo mais essa polifarmacia aumenta a chance do paciente ter ativação dele linfócitos de4 pela produção por assim dizer de mundo complexos entre o metabólico não metabolizado adequadamente pelo fígado do medicamento e a junção desse metabólito com uma proteína carreadora e a formação para se dizer do imuno complexo com indução então de ativação de linfócitos adequado cv8 primeiro dia 19 podendo então levar CD4 seria 8 então a gente pode ter a migração na polyfarmacia em qualquer aspecto não só na questão da urticária, mas a migração de uma reação alérgica de um tipo que no caso seria reação de persensibilidade imediata uma reação de sensibilidade tardia incluindo reações graves como o Steven Johnson e a necrose epidérmica tóxica que é justamente a ivação dele linfócito terceiro e quarto cv8 muito bem vamos para o próximo e é aquela coisa, não havendo resolução do quadro após 8 semanas com a utilização da terapia convencional a gente tenta associar o anticor monoclonar o anti-receptor de gea os mais tosses que é justamente o homem é liso Marvel é um anticor monoclonal humanizado e que pode ser utilizado por assim dizer para o controle não só da urticária e para o controle também da asma bronca de difícil controle, Principalmente a raiva bronca não é sua filha de difícil controle e o controle inadequado após seis meses ou antes caso as reações intoleráveis associar ciclosporina com anti-histamínico tá então se não houver uma melhora após 8 semanas associar ou mais usuário anticoaco monocular humanizado anti receptor de mastócito com anti-histamínico E se também não houver após seis meses lógico depois de você ter investigado toda aquela situação, que nós conversamos anteriormente associar ciclosporina então com anti-histamínico Para quem para quem sabe, são ospressores faz parte da classe dos Irmãos vamos para o próximo e como eu havia falado, Associação de fármacos adicionais na prática Clínica um anti H1 o montelucaste e a doxina, mas.
Lembrando que a polifarmacia, ou seja, o excesso de remédio utilizado aumenta a chance do seu fígado não conseguir metabolizar adequadamente essas medicações e consequentemente ficarem metabólico circulantes e esse metabolismo no complexo esse imuno complexo induzido então ativação de células entre elas os enófilos Podendo também ativar os linfócitos adequado seria 8 levando a necrose epidérmica tóxica e síndrome de onça que são entidade extremamente graves que podem levar então o paciente à morte tá então a gente não associa por assim dizer tenta não associar e hoje o protocolo ele é mais coerente ele é na duplicação triplicar a dose do anti-histamínico de Segunda geração e até quadruplicar dose do aditamínico de Segunda geração então como eu havia falado atenção pode farmacia que pode induzir outros tipos de reações de sensibilidades alérgicas como a reação do tipo 4 próximos Live E hoje é diama o que significa em Diadema.
Então, o agedema a gente tem praticamente três achados típicos, um subteneno pronunciado na Derme profunda ou subcutânea pode ser doloroso em alguns casos, mas nesse caso a gente tem que pensar no processo infeccioso e não alérgico quando ele é doloroso, mas o alérgico também pode levar a dor e menos fugaz que urticária pode durar muito mais tempo do que a lesão ou de Califórnia quer ter a ver absorção daquele conteúdo demore o organismo demora para absorver o próximo slide e como é que é a apresentação do engenharia é uma edema localizado assimétrico muitas das vezes deformantes levando alteração da sensibilidade fica com a perda da sensibilidade local, podendo durar horas ou até vários dias de acordo com a fisiopatologia com etiologia apresentado com a etiologia do problema e eu fiz o patologia apresentada é o próximo a classificação do rgdema, a gente tem praticamente dois tipos de engevm isso é importante muito importante nós definirmos se é um ajudando estamnérgico ou causado por brexicilina, porque a conduta no diagnóstico e tratamento vai mudar completamente tá o estabenético frequentemente não é não são todas as vezes, mas frequentemente eles vêm acompanhados com urticária Mas pode haver uma ajudante também acho sem o aparecimento de urticária, mas a grande maioria das vezes ele vem acompanhado com o Rastro cutâneo com urticário e por bradicina ele não vem acompanhado de urticária tá então isso é muito importante se vem um paciente com angedema é de maneira espontânea que não vem acompanhada de urticária é muito importante nós nos atentarmos essa situação então um alerta que a gente precisa compartilhar com os médicos, são que muitos casos de que desenvolvem agedema inclusive nas vísceras não desenvolvem e jedema nos lábios nem nas pálpebras nem da bolsa escrotal nem regiões visíveis, mas desenvolvem de Angelina nas vísceras e não é incomum eventualmente um paciente com quadro de abdome Agudo aparecer numa unidade emergência você fazer todas as investigações você não encontrar absolutamente nada e aquele paciente está desenvolvendo por assim dizer o quadro de abdome Agudo Quando você vai ver uma crise de engenharia hereditário onde ele é novo bradicina ou onde edema adquirido é provocado por inúmeros fatores não somente hereditário então há casos inclusive fiquei evolui para láparotomia sempre vence de lesão por exemplo a importância de alças intestinais está bom então é importante vocês notarem isso que eventualmente não é em comum isso acontecer paciente chegar na Clínica chegar no Hospital com código da minha agulha e não ter absolutamente nada e Tem sim um aumento das nossas intestinais por causa que às vezes não é detectado ao método ultrassonográfico ou método de imagem, mas aquilo ali tá causando o processo irritativo e levando então paciente a desenvolver aqueles sintomas e é justamente pela descompensação da braticínio o aumento da produção de bradicina vamos lá a próxima então diagnóstico do angedema é a gente sempre vê essa situação com urticária ou sem urticária primeira coisa que a gente vai perguntar você tem lesão pelo corpo não tem então pode ser que seja Cristalina Sim pode ser é raro, mas pode ser, mas temos que pensar também pobrar disciplina quando venceu de carne Quando vem com urticária boa parte realmente é sempre por estamina se urticária O que a gente faz para diagnosticar o rgd, mas sempre dos ac4 se isso é quatro via normal a gente precisa pensar não ajudamos estamnético sem urticária que é uma possibilidade É raro, mas a possibilidade e idiopático ou por deficiência do fator 12 de coagulação então o fator 12 de coagulação também pode levar um gerema centro de cara C4 baixo aí a gente precisa pesquisar justamente hereditário e adquirido como é que a gente faz a pesquisa C4 veio baixo a gente pede a dosagem do inibidor de ser considerado a gente tem dois tipos o quantitativa dosagem quantitativa dele para ver se ele tá em quantidade adequada e o funcional é muitas vezes você tem um quantitativa adequado, mas funcional tá baixo se porventura vier um quantitativo baixo, ou seja, unidor de ser hosperados quantitativo baixo a gente pode pensar também em mais dois tipos de situações hoje de hereditário é um anjo deveria hereditário onde ele adquirido e o que vai fazer a diferenciação para nós fazermos diagnóstico diferencial entre hereditária adquirido é justamente a dosagem do complemento c1q, porque no hereditário você só vai ter a baixa do inibidor de ser um esterase você não vai ter a baixa de outros componentes não vai haver consumo de outros componentes quando ele adquirida adquirido por causa de uma doença reumática adquirido por causa de uma doença linfocroliberativo adquirido até por causa de uma doença infecciosa, você tem consumo de tudo você tem consumo de C3 C4 se é um que, ou seja, todas as classes de complementos são consumidos.
Então, são o que ele vem embaixo então ser um que acaba se tornando O importante marcador para nós definimos para nós sabemos se Estamos diante de um caso de hereditário ou agendamento adquirido Vamos para o próximo então importante também que você saibam, no caso do Angelo hereditário aquele angerema provocado por bradicina e não politamina, Depois a gente vai falar um pouquinho mais sobre as questões, que podem ser provocados não só pela editar uma por outras situações Mas quais seriam os fatores desencadeantes mais comuns os traumas as atividades físicas cirurgias infecções procedimentos dentários distúrbios psíquicos então qualquer coisa que aumente metabolismo ou que faça com que haja um aumento da do seu metabolismo para se dizer faz com que haja uma descompensação desse sistema bradicina e consequentemente um aumento da produção de bradicina vazamento então de líquido para as mucosas então é importante o paciente que tem suspeita de Angelina hereditário ele procurar seu médico Alergista antes de fazer uma atividade física intensa antes de fazer um processo cirúrgico antes de fazer um procedimento dentário E no caso de infecções e começar a inchar saber que pode ser onde deve acreditar e distúrbios psíquicos por quê Porque o paciente às vezes entra num quadro de hiperatividade isso aumento metabolismo do paciente e faz com que haja uma descompensação desse sistema que adquirindo é bradicina vendo um aumento da produção de bradicina o próximo então o tratamento do angedema a gente justamente vai tratar de acordo sexta amnético ou compleximino, como eu havia falado estammético mesmo protocolo da urticária que nós já comentamos e pobret cinina ele varia de acordo com o quadro clínico indutor do Angelina.
Então, se porventura se for hereditário a gente vai fazer ou se for adquirido a gente vai fazer a reposição do inibidor de ser um esterase para aquele paciente ou de bloqueadores do receptor de bradicina que no caso seria o itatibando ou na diminuição da produção da calicreína que seria o bloqueio na produção da Pelegrina que seria uma de corpo monoconal contra Alecrim ainda e o nome comercial é o taqueziro tá então Nós faremos de alguma forma um bloqueio nasce tanto na produção da disciplina é quanto também na reposição do inibidor de São esterasse que é uma substância derivada do sistema complemento mento vamos lá para o próximo e o tratamento do engedeno hoje devem hereditário Como eu havia falado uso do inibidor de ser um esterais o plasma fresco para as crises androgenos ou de Android não tá caindo de desuso a gente sabe que as substâncias Androides podem aumentar a produção de sistemas, mas acaba causando várias efeitos colaterais principalmente mulheres os bloqueadores de receptor da bradicina e cativando inibidores da produção de calicrena no caso do taquiziro adquirido como os medicamentos acima e tratamento da causa.
Então, esse paciente tem uma doença reumática tratar doença reumática se o paciente tem uma doença linfono proliferativa tratada essa influplana e assim vai é importante a gente destacar que onde tem uma hereditário quanto adquirido ele não recrudece não melhora com os adrenalina é importante nós deixarmos isso claro Às vezes vem um paciente com edema em Face com edema em lábio edema em bolsa escrotal e tudo mais e o médico primeira coisa que ele pensa em fazer Adrenalina para tirar o passeio da crise não vai resolver adrenalina nada resolve o tratamento ajuda hereditário eu não ser a introdução do próprio inibidor de ser um esperados Você precisa fazer o inibidor de São esperados para que o paciente saia daquela crise, E se não tiver inibidor esterais o que tem que ser feito é a transfusão de plasma frente a grande maioria das emergências do Brasil não tem redutor de sistemas disponível para tratar a crise de Angelina.
Então, tem que fazer a transfusão de palavras fresco já acionar a farmácia para poder comprar o inibidor de ser hosperado adquirir o inibidor para poder fazer então a infusão daquele paciente pessoas que vai realmente salvar a vida daquele paciente é o inibidor de plasma fez que as medidas cirúrgicas, como a tricotiletomia traqueostomia para paciente não tem uma edema de glote importante é creme de got por assim dizer ele diminui a passagem de ar para os pulmões, a oxigenação pulmonar Vamos para o próximo muito bem meus amigos então considerações finais agradeço bastante aí a presença de vocês espero que tenha sido bastante Claro e fico no aguardo de comentários para que a gente possa responder os comentários, porque certamente algumas dúvidas ficaram não é fácil é um tema complexo.
Lembrando que urticária e angedema pode ser tudo Ou seja é por isso que há necessidade de você classificar elas ela bem tanto de aguda quanto crônicas agudas com nós devemos falar de 80% dos casos em crianças estão relacionadas a infecção. Então, não é para ficar desesperado a gente pode tentar resolver aquela situação as crônicas classificadas, fazer uma subclassificação de crônica induzida crônica idiopática e crônica espontânea crônica espontânea uma máxima subclassificação alto alérgica e autoimune, ou seja, se a gente colocar direitinho numa caixinha ou tentar iniciar o processo de investigação utilizando um protocolo um fluxograma a gente consegue se orientar adequadamente faz com que haja então uma forma mais eficaz de investigação tá do quadro tanto da angelena com dor de carga.
Lembrando que só trazendo aqui à tona essa situação comum que eu pego com bastante frequência no consultório é um quadro do paciente constitue cara crônica apresentando devido ao processo infeccioso crônico também que isso pode acontecer algo de cara crônica não necessariamente está relacionada a essa situação você pode ter um quadro infeccioso crônico que esteja cometendo aquele paciente então uma das doenças crônicas muito comuns é a presença agora então vários pacientes com H pylori positivo com processo inflamatório crônico gastrico em atividade tem quadro de Angelina diária Quando você vai fazer investigação tá logo a glória presente faz endoscopia digestiva confirma o diagnóstico e por assim dizer a gente consegue então ter uma resolução do quadro clínico erradicando H pylori outras situações também que levam a urticária de dema que eu acabei esquecendo de falar aqui na nossa aula essas doenças periodônticas, doenças periodonticas endodônticas então procurar um dentista ver se existe algum quadro infeccioso crônico ali, Existe algum foco dentário crônico que possa ser doutor de angelema também é algo muito importante e outra situação também que eu acabei não comentando que é muito importante nós falarmos são as infecções genuárias, e mulheres ginecológicas e urinárias em homens urinárias também e acho parasitoses muito paciente aí com parasitose crônico que tem outros cara crônica e quando a gente vai fazer a investigação tá lá o parasita faz a reação do parasita melhora do código a mesma coisa acontece com as alterações ginecológica tem processo inflamatório ginecológico crônico trato processo inflamatório ginecológico melhora da urticária e também das questões ligadas ao trato urinário aonde você trata infecção urinária crônica que mulher muitas vezes é assintomática infecção urinária homem mais sintomático, mas a mulher menos homem tem mais prostatite do que infecção urinária, mas a mulher é mais assintomática em alguns casos e ela vem aqui se apresentando com quadro de urticária e quando a gente vai investigar é uma infecção urinária uma simples infecção urinária que um bom antibiótico resolve 15 dias depois não tem mais nada está bom então só deixando um pouquinho da minha experiência Clínica.
Lembrando que eu não sou médico de Universidade eu não sou professor, mas eu tô deixando que aquilo que a gente vê no consultório todos os dias, mais de 600 mil pacientes atendidos no Brasil sem energia então é uma bagagem de experiência prática que nós temos e que de certa forma muitas vezes sai um pouquinho daquilo que é escrito em livros e que é dito em congressos está bom muito obrigado pela sua presença de vocês agradeço muito vocês assistirem esse vídeo e muito pouco tempo estaremos gravando alguns outros vídeos sobre questões também relacionadas alergia principalmente temas de tratamento de doença como eu trato o meu processo alérgico como eu abordo essa doença alérgica que por assim dizer possa ser um fantasma para muito, mas que nós aqui do Brasil sem alergia temos resolvido bem fazendo uma boa investigação dando um tratamento adequado e de certa forma orientando bem o paciente.
Fisiopatologia das Urticárias e do Angioedema: Diagnóstico e Controle Seguro
Ativação de Mastócitos, Histamina e Via da Bradicinina
As urticárias caracterizam-se pelo surgimento súbito de urticas (pápulas eritematosas e edematosas intensamente pruriginosas e fugazes, que desaparecem em menos de 24 horas no mesmo ponto sem deixar cicatriz), podendo acompanhar-se de angioedema nas camadas profundas da derme e submucosa. Nos quadros agudos (duração inferior a seis semanas), infecções virais, alimentos e medicamentos figuram entre os gatilhos clássicos; já na urticária crônica espontânea ou nas urticárias induzidas (dermográfica, colinérgica pelo suor/aquecimento, ao frio ou à pressão tardia), mecanismos autoimunes ou de hiper-reatividade mastocitária assumem papel central.
Escalonamento Terapêutico sem Uso Abusivo de Corticoides
As diretrizes internacionais preconizam os anti-histamínicos H1 de segunda geração (não sedativos) em doses otimizadas sob supervisão médica como primeira linha, reservando anticorpos monoclonais anti-IgE (como o omalizumabe) para casos crônicos refratários e evitando ciclos repetidos de corticoides sistêmicos que causam efeito rebote. A investigação com teste de alergia e avaliação especializada de pele permite excluir gatilhos ocultos e alinhar, quando há atopia coexistente, estratégias como a vacina para alergia.
Diferença entre Reação Local Exagerada, Estrófulo e Anafilaxia
Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.
Alergia IgE-Mediada, Mista e Diferença para Intolerâncias Enzimáticas
Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.
Disfunção Epitelial, Microbioma da Pele e Sensibilização Tardia
Nas dermatites eczematosas e quadros de prurido crônico, diferenciar a atopia constitucional da dermatite alérgica de contato (uma reação de hipersensibilidade tardia do tipo IV mediada por linfócitos T sensibilizados a metais, conservantes cosméticos, fragrâncias, resinas ou borracha) é indispensável. A exposição repetida ao agente sensibilizante mantém a inflamação cutânea ativa mesmo sob uso de pomadas anti-inflamatórias, exigindo identificação exata do fator desencadeante.
Eixo Inflamatório Th1/Th17, Gatilhos Ambientais e Barreira Epidérmica
Diferentemente das dermatoses puramente mediadas por IgE, a psoríase e as condições correlatas de autoagressão envolvem ativação de células dendríticas plasmocitoides, produção de interferon-gama e estímulo sustentado do eixo interleucina-23 / interleucina-17 (IL-23/IL-17) e TNF-alfa. Essa sinalização acelera em várias vezes o ciclo de renovação dos queratinócitos da epiderme, originando placas eritemato-descamativas bem delimitadas e, em parte dos pacientes, inflamação articular associada. Infecções, traumas mecânicos ou químicos na pele (fenômeno de Koebner), clima seco de inverno e estresse emocional funcionam como importantes amplificadores da resposta inflamatória.
Hiper-Reatividade das Vias Aéreas Inferiores e Papel da Terapia Inalatória
O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.
Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais
O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.
Reações Imediatas, Farmacodermias Tardias e Riscos da Automedicação
Outro ponto crítico de farmacovigilância diz respeito ao uso indiscriminado de corticoides sistêmicos orais ou injetáveis de depósito de longa ação (como associações de betametasona intramuscular). Embora promovam alívio rápido aparente, aplicações repetidas suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal, elevam a pressão arterial e a glicemia, desmineralizam a massa óssea, fragilizam a imunidade contra infecções e podem provocar dor neuropática local quando aplicadas inadequadamente na região glútea.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Urticária podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Urticária interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica
Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: As reações desencadeadas por artrópodes dividem-se clinicamente entre hipersensibilidade à saliva de insetos hematófagos (como pernilongos, borrachudos e pulgas, causadores do prurigo estrófulo na infância) e alergia sistêmica à peçonha de himenópteros (abelhas, vespas e formigas-lava-pés). Enquanto os antígenos salivares costumam gerar pápulas pruriginosas persistentes e risco de infecção bacteriana secundária pelo ato de coçar, o veneno injetado por ferrão pode deflagrar degranulação maciça de mastócitos mediada por anticorpos IgE, exigindo avaliação da triptase sérica basal e plano de ação de emergência.
Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: O sistema imunológico associado à mucosa gastrointestinal atua normalmente mantendo tolerância oral diante de milhares de proteínas da dieta. Quando há quebra dessa barreira imunitária — influenciada por predisposição genética, disbiose da microbiota intestinal ou imaturidade da IgA secretora na infância —, frações proteicas intactas sensibilizam mastócitos e basófilos. Por isso, um exame de sangue isoladamente positivo reflete apenas sensibilização biológica, devendo sempre ser correlacionado à história clínica e, quando necessário, ao teste de provocação oral supervisionado em ambiente médico.
Imunologia da Mucosa Digestiva: Eixo Intestino-Vias Aéreas e Diagnóstico Diferencial: As afecções imunomediadas do trato gastrointestinal — incluindo a esofagite eosinofílica, a doença celíaca e a sensibilidade não celíaca ao glúten — compartilham alterações na integridade das junções firmes do epitélio digestivo. Na esofagite eosinofílica, frequentemente associada a rinite, asma e dermatite atópica, a infiltração de eosinófilos na parede do esôfago provoca disfagia, impactação alimentar e sintomas que simulam refluxo gastroesofágico refratário aos inibidores de bomba de prótons.
Saúde da Barreira Cutânea, Inflamação Imunológica e Controle do Prurido: Nas dermatites eczematosas e quadros de prurido crônico, diferenciar a atopia constitucional da dermatite alérgica de contato (uma reação de hipersensibilidade tardia do tipo IV mediada por linfócitos T sensibilizados a metais, conservantes cosméticos, fragrâncias, resinas ou borracha) é indispensável. A exposição repetida ao agente sensibilizante mantém a inflamação cutânea ativa mesmo sob uso de pomadas anti-inflamatórias, exigindo identificação exata do fator desencadeante.
Imunologia das Doenças Autoimunes Cutâneas e Cuidado Integrado: Diferentemente das dermatoses puramente mediadas por IgE, a psoríase e as condições correlatas de autoagressão envolvem ativação de células dendríticas plasmocitoides, produção de interferon-gama e estímulo sustentado do eixo interleucina-23 / interleucina-17 (IL-23/IL-17) e TNF-alfa. Essa sinalização acelera em várias vezes o ciclo de renovação dos queratinócitos da epiderme, originando placas eritemato-descamativas bem delimitadas e, em parte dos pacientes, inflamação articular associada. Infecções, traumas mecânicos ou químicos na pele (fenômeno de Koebner), clima seco de inverno e estresse emocional funcionam como importantes amplificadores da resposta inflamatória.
Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento: A asma brônquica e a bronquite alérgica constituem doenças inflamatórias crônicas das vias aéreas inferiores, marcadas por hiper-reatividade brônquica, edema de mucosa, hipersecreção de muco e obstrução variável ao fluxo expiratório. Quando a inflamação eosinofílica ou alérgica (tipo 2) permanece sem controle adequado ao longo dos anos — ou quando o paciente utiliza apenas broncodilatadores de alívio rápido sem tratar a base inflamatória —, ocorre espessamento da membrana basal e hipertrofia da musculatura lisa brônquica, processo conhecido como remodelamento brônquico.
Via Aérea Unificada: Manejo da Rinite, Rinossinusite e Hipersensibilidade Nasal: Sob o conceito médico de 'via aérea única', a inflamação não controlada das cavidades nasais e dos seios paranasais repercute diretamente nos ouvidos (disfunção tubária), nos olhos (rinoconjuntivite), na qualidade do sono e nos brônquios. Em subgrupos específicos, como na Doença Respiratória Exacerbada por Aspirina (DREA), soma-se a polipose nasal recidivante, a asma e a intolerância aos anti-inflamatórios inibidores da COX-1, exigindo diagnóstico especializado para restaurar o olfato e a patência respiratória.
Segurança Farmacológica, Reações Adversas a Medicamentos e Uso Racional de Corticoides: As reações de hipersensibilidade a fármacos abrangem mecanismos imunológicos e farmacológicos distintos: desde reações imediatas (até uma a seis horas após a dose, manifestadas por urticária, angioedema labial ou palpebral, broncoespasmo e anafilaxia, comuns com analgésicos inibidores da COX-1 e betalactâmicos) até farmacodermias tardias mediadas por células T, como exantemas maculopapulares e a síndrome DRESS — condição sistêmica que surge semanas após o início de anticonvulsivantes, sulfonas ou alopurinol, cursando com febre, linfonodomegalia, eosinofilia e necessidade de suspensão imediata sob supervisão hospitalar.
Imunização Segura, Resposta Imunológica e Proteção do Paciente Alérgico: Na avaliação da competência do sistema imune — seja em infecções de repetição, alterações laboratoriais de imunoglobulinas (IgG, IgA, IgM, IgE) ou em pessoas vivendo com HIV sob acompanhamento da contagem de linfócitos T CD4 —, distingue-se criteriosamente o uso de vacinas inativadas/subunidades (amplamente seguras mesmo em imunossuprimidos) das vacinas de agentes vivos atenuados, cuja indicação depende do grau de preservação da imunidade celular. Ademais, pacientes em uso de imunoterapia antialérgica podem manter seu calendário vacinal respeitando apenas pequenos intervalos operacionais orientados pela equipe médica.
Medicina de Precisão: Como Funcionam os Anticorpos Monoclonais e Imunobiológicos: Os anticorpos monoclonais (imunobiológicos) revolucionaram o manejo das doenças alérgicas e imunomediadas graves que não alcançam controle pleno com terapias convencionais. Diferentemente dos corticoides sistêmicos e imunossupressores clássicos — que deprimem amplamente a imunidade e geram toxicidade metabólica —, os imunobiológicos atuam como chaves de alta precisão molecular, neutralizando alvos específicos da cascata inflamatória: como a IgE livre circulante (omalizumabe), o receptor de IL-4 e IL-13 (dupilumabe), a via eosinofílica da IL-5 (mepolizumabe e benralizumabe) ou a alarmina epitelial TSLP (tezepelumabe).
Conclusão e Síntese das Orientações
Em síntese, a abordagem adequada de Urticária exige compreensão clara dos mecanismos imunológicos envolvidos, diagnóstico etiológico preciso e acompanhamento médico individualizado. Evitar a automedicação e investigar a causa raiz dos sintomas — contando com recursos especializados e orientações seguras como o tratamento de rinite quando clinicamente pertinente — é o caminho mais seguro para controlar crises, prevenir complicações e assegurar qualidade de vida sustentável.


O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
O atendimento especializado do Brasil Sem Alergia foca no diagnóstico preciso e no tratamento acessível de patologias como dermatite atópica, asma 🌬️, bronquite 🫁, rinite e prurigo estrófulo (alergia a picadas de insetos 🦟). Nossa nova unidade no Campo Limpo, em São Paulo, segue o padrão de excelência da rede, oferecendo testes para detectar alergias causadas por poeira, pelo de animais e alimentos. Como um projeto de inclusão social que complementa o
Proteja-se com Vacinas no Projeto Brasil Sem Alergia!As vacinas são uma forma segura e eficaz de prevenir doenças como gripe , febre amarela 🟡, meningite , pneumonia 🫁 e diversas alergias! O Projeto Brasil Sem Alergia oferece algumas vacinas e medicamentos gratuitos, em campanhas e com patrocínio, para ajudar você a ter mais saúde e qualidade de vida.Nossas UnidadesRio de Janeiro:
Para esta variação, o foco é a narrativa histórica e humanizada, detalhando a origem voluntária do projeto na Baixada Fluminense e sua evolução até a chegada à capital paulista. O texto está em formato corrido, otimizado para SEO e com a inclusão da unidade Campo Limpo e seus respectivos contatos.O Projeto Brasil Sem Alergia 🇧🇷❤️ é o resultado de uma trajetória de cuidado e inclusão iniciada em 2007, quando o Dr. Marcello Bossois, médico
O Projeto Brasil Sem Alergia consolida sua presença nacional e expande seu alcance com unidades fixas no
O Projeto Brasil Sem Alergia reforça sua missão de inclusão social através de sua unidade móvel e itinerante, que percorre diversas regiões para levar saúde e bem-estar diretamente até a sua comunidade. Com o objetivo de democratizar o acesso ao diagnóstico especializado, nossa clínica móvel oferece consulta com 